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Arquivo para a categoria “Solidariedade”

Homem pede ajuda ao estado para sustentar seus 30 filhos

Um americano de 33 anos pediu ajuda ao estado do Tennessee para sustentar seus 30 filhos, que ele teve com 11 mulheres diferentes, informou nesta segunda-feira o canal “WREG-TV“, de Memphis.

Muitos filhos

Desmond Hatchett, que vive em Knoxville, afirmou num tribunal do Tennessee na semana passada que precisava diminuir bastante o valor das pensões que paga para as 11 mulheres com quem teve filho, pois não tem mais dinheiro suficiente. O filho mais novo de Hatchett é ainda um bebê e o mais velho tem 14 anos.

O americano, que recebe o salário mínimo local, é obrigado a entregar 50% de sua renda (limite máximo permitido por lei) para pagar as respectivas pensões. Algumas das mães recebem apenas US$ 1,49 por filho.

Apesar da numerosa prole, ele assegurou que sabe todos os nomes, idades e aniversário de seus rebentos.

Para explicar sua assombrosa capacidade reprodutiva, Hatchett disse que, por duas vezes, chegou a ter “quatro filhos a cada ano”.

Sua história já tinha se tornado conhecida nos EUA em 2009, quando ele tinha 21 filhos e afirmou que não pensava em ter mais descendentes.

No entanto, nos últimos três anos, Hatchett teve mais nove crianças.

Fonte: WREG-TV

Família busca cura para menina com síndrome rara que destrói rosto

Uma família de Manchester, na Inglaterra, está tentando conseguir uma cirurgia nos Estados Unidos para curar uma síndrome rara que está destruindo o rosto da filha de três anos.

Maha Asghar foi diagnosticada com a Síndrome Parry-Romberg (Foto: BBC)

Há um ano, a criança, Maha Asghar, foi diagnosticada com a Síndrome Parry-Romberg, um problema facial raro que afeta uma em 1 milhão de pessoas.

A doença faz com que o sistema imunológico ataque a criança e já está começando a destruir o rosto de Maha.

A família está tentando levantar 70 mil libras (mais de R$ 200 mil) para conseguir fazer o tratamento.

O National Health Service (NHS), o serviço público de saúde britânico, oferece cirurgia plástica para estes casos apenas a partir dos 16 anos, mas a família acredita que será tarde demais para Maha e quer levá-la para fazer tratamento nos Estados Unidos o mais rápido possível.

‘No momento está afetando a visão dela e esta é minha principal preocupação, pois pode deixá-la sem enxergar’, disse a mãe da criança, Shameem Asghar.

‘Está destruindo os ossos, está destruindo a língua e a gengiva e causando muitos danos atrás da orelha, o que pode afetar a audição. Ela pode ter episódios de dor que podem durar de duas a três horas e é uma dor insuportável’, descreveu a mãe da criança.

‘É bem difícil assistir (às crises) sabendo o que pode acontecer. É como se estivéssemos em uma montanha-russa emocional’, acrescentou.

Técnica pioneira
Até o momento, a família de Maha Ashghar conseguiu levantar 50 mil libras (quase R$ 145 mil) promovendo eventos e espera levar Maha para fazer a cirurgia em maio.

Shameem Asghar afirma que o NHS ofereceu o fornecimento do medicamento metotrexato, cujos efeitos colaterais ‘podem afetar os rins, podem até matá-la’.

O professor de cirurgia John Siebert do Hospital da Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, é o pioneiro em intervenções precoces nestes casos. Nestes procedimentos, o médico usa a reconstrução microcirúrgica para reparar a deformação.

A cirurgia de Siebert envolve a retirada de tecidos do próprio corpo do paciente e o transplante destes tecidos para o rosto.

O professor americano passou 20 anos aperfeiçoando a técnica que pode não apenas reparar a deformação, mas também mudar a biologia da doença e parar seu avanço.

Até o momento a cirurgia foi feita em 120 pacientes com a Síndrome de Parry-Romberg.

A doença, também conhecida como atrofia hemifacial progressiva, causa o encolhimento progressivo e a degeneração dos tecidos embaixo da pele, geralmente apenas em um lado do rosto.

A doença pode levar à perda da visão, dores fortes e convulsões. Ainda não existe cura.

Fonte: BBC

Casal ganha R$ 125 milhões na loteria e doa R$ 3,6 milhões ao melhor amigo

Em vez de esbanjar dinheiro após ter ganho a bolada de £45 milhões (o equivalente a R$ 125 milhões) na loteria, um casal britânico de 22 anos comprou uma casa “modesta” por £249 mil (R$693 mil) e doou £1,3 milhão (R$ 3,6 milhões) ao melhor amigo.

A doação ao amigo Eddie Smith, um estudante de desenvolvimento, foi um “presente”, de acordo com o tabloide “Daily Mail”. Inicialmente, os sortudos Cassey Carrington e Matt Topham haviam planejado entregar ao amigo “apenas” £1 milhão (R$ 2,8 milhões), mas quando ele disse que usaria o dinheiro para pagar a hipoteca dos pais e ajudar o irmão, o casal decidiu aumentar a quantia. “É um gesto fantástico que prova como Matt e Cassey não pretendem deixar seus amigos de lado, depois de ganhar essa montanha de dinheiro”, disse Smith ao “The Sun”. Ele é amigo do casal há anos.

A atitude mostra que o casal quer presentear as pessoas que sempre lhe deram apoio. Não é o caso da mãe do premiado: ela não levará um centavo da fortuna. Consta que Matt Topham não tem contato com a mãe há sete anos – os motivos não foram revelados.

Falando sobre o motivo de terem comprado uma casa mais modesta e não uma mansão milionária, o amigo Eddie Smith afirmou que eles queriam apenas ficar perto da família e dos amigos, o que a maioria dos vizinhos achou estranho. “Por que compraram essa casa em vez de uma mansão?”, disse um dos vizinhos. “Não faz nenhum sentido”.

Outro vizinho afirmou que seria uma estranha escolha para um casal milionário continuar morando entre famílias classe média e afirmou que a casa era muito pequena e o jardim não seria suficiente, se eles quisessem ter um filho.

Um dos grandes problemas é a garagem, que não tem espaço suficiente para dois carros, o que seria bem útil, considerando que eles compraram um Jaguar XK2-Door Coupe de £70 mil (R$ 195,1 mil) e uma Range Rover Evoque de £28 mil (R$ 78 mil).

Fonte: Daily Mail

Mãe faz apelo para que não compartilhem fotos da filha morta no Hopi Hari

Foto de jovem morta no Hopi Hari circula pela internet e mãe faz apelo

A mãe de Gabriella Nichimura, adolescente morta após cair de um brinquedo no Hopi Hari, fez um apelo na noite desta terça-feira através de seu perfil no Facebook. Silmara Nichimura pediu que os usuários da rede social excluam e não compartilhem fotos do corpo de sua filha, que têm circulado pela internet.

As imagens, que mostram o rosto de Gabriella após a queda do La Torre Eiffel, começaram a aparecer em perfis do Facebook e Orkut no fim da tarde desta terça. Em seu depoimento, Silmara afirma que não sabe a origem das fotos e diz que “não suportaria ver (a imagem) novamente”.

Leia o que Silmara Nichimura escreveu no Facebook:

“Paz meus amigos, sei o qto vcs estão sendo solidários comigo e minha família, mas infelizmente há pessoas muito más que gostam de tirar proveito do sofrimento alheio. Nao sei como tiraram uma foto da minha menina Gabriella morta …o rostinho que sempre foi lindo, todo deformado, e estão postando no Facebook e em outros sites. Por favor, se chegarem até vcs, deletem e excluam essa pessoa por favor. Qdo vi nossa que tristeza… como há pessoas más, será que já não basta esse sofrimento, o park que não está nem aí para nós. Por favor deletem, não suportaria ver novamente. Obrigado”

Fonte: Extra

Marina Silva pede ajuda internacional por vítimas de enchentes no Acre

A ex-ministra Marina Silva está ligando para embaixadas em busca de ajuda para as vítimas de enchentes no Acre, seu Estado natal.

Marina Silva já falou com funcionários da França, Itália, Holanda e Suécia pedindo alimentos e materiais de limpeza. “A receptividade foi muito boa.”

No sábado (25), a Folha publicou matéria informando que o pai de Marina Silva (sem partido), candidata derrotada à Presidência, estava isolado e sem luz elétrica por causa da cheia do rio Acrese recusa a deixar a casa onde vive, em Rio Branco. O seringueiro aposentado Pedro Augusto da Silva, 84, afirma temer saques.

Silva mora no bairro Cidade Nova, numa área margeada pelo rio Acre. Para ir até a casa de vizinhos, o único jeito é usar uma canoa.

No local, a enchente já atingiu 935 casas e 3.740 pessoas, segundo a Defesa Civil.

Enchente
O nível do rio Acre diminuiu para 16,28 metros em Rio Branco segundo medição feita às 9h desta quarta-feira, mas ainda faltam mais de 2,28 metros para ficar abaixo do nível de transbordamento (14 m) e mais um pouco para alcançar o nível de normalidade (12 m).

A preocupação maior é com a capital Rio Branco e com as cidades de Porto Acre e Sena Madureira. Oito em cada dez pessoas afetadas com a cheia do io moram nesses municípios.

Fonte: Folha.com

Hemopa Castanhal supera meta de doações

O Hemocentro Regional de Castanhal encerrou campanha de doação de sangue com o excelente saldo de 333 coletas, sendo que 37% foram doações de mulheres. A campanha que superou a meta de 300 doações foi encerrada com o arrastão do “Bloco da Solidariedade”, durante desfile oficial do Carnaval daquele município, que aconteceu no bairro do Apeu.

“No carnaval são muitas as fantasias, use a de doador” foi o tema da mobilização, realizada no período de  11 a 17 de fevereiro, que contou com a participação voluntária de 210 doadores e 123 doadoras da região. Com isso, o estoque de sangue do hemocentro fica garantido para atender toda a demanda transfusional da rede hospitalar dos 48 municípios do nordeste  paraense. Os doadores que compareceram durante a campanha foram homenageados com um kit, contendo uma camisa e preservativos masculinos, lanche especial, música ambiente e decorado a caráter.

A campanha foi encerrada com o desfile do “Bloco da Solidariedade” que levou centenas de brincantes, entre funcionários, doadores, familiares e amigos às principais ruas do bairro do Apeu, que celebrou o “Carnapeu”. Segundo a diretora da unidade, Dra. Sandra Lobato, este ano o bloco teve maior adesão de foliões e de todas as idades. “Fomos muito aplaudidos. Recebemos muitos elogios no corredor da folia, formando uma verdadeira onda de solidariedade”, afirmou, agradecendo o carinho da sociedade castanhalense pela intensa manifestação de apreço e solidariedade.

Fonte: Agência Pará

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