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Arquivo para a categoria “Saúde”

Dia 5 é o dia D para vacinar contra a gripe

No próximo sábado, 5, mais 784 mil paraenses devem participar do “Dia D” de vacinação contra a gripe em todo o Estado. A campanha é direcionada a idosos, gestantes, crianças de 6 meses a dois anos de idade, indígenas e profissionais da saúde. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), mais de um milhão de doses serão distribuídas para sete mil postos de vacinação. Até o final da campanha, no próximo dia 25, 981.085 pessoas devem ser imunizadas contra a gripe. A vacina é trivalente, ou seja, protege contra três tipos de vírus, inclusive contra o Influenza H1N1 (causador da Gripe A ou gripe suína como também ficou conhecida), que, no ano passado, provocou a morte de 53 pessoas no Brasil. Este ano, três casos da doença foram registrados no Pará, sendo que dois destes somente em Belém.

Esta será a 14ª edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A estimativa é vacinar pelo menos 80% da população alvo (784.868 pessoas), que está mais vulnerável a gripe. As doses estarão disponíveis em todos os postos de saúde que deverão funcionar no sábado – Dia D – das 8 h até às 17 h. Em todo país, mais de 24 milhões de brasileiros devem se imunizar. A Sespa chama atenção para as mulheres grávidas, que no ano passado representaram o menor grupo que procurou se imunizar contra a gripe, doença que pode trazer sérias complicações se não for tratada com cuidado.

Em Belém, a campanha começou mais cedo, no último dia 25, por causa da demanda. Mais de 1600 pessoas estarão envolvidas com o Dia D de Vacinação. O Ministério da Saúde espera que o município imunize um total de 116.409 idosos, 18.307 gestantes, 36.075 crianças e mais 18.689 profissionais de saúde. Este é o maior público de toda a Região Norte que será imunizado durante a campanha. De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (Devs), Carlene Castro, a antecipação da campanha em Belém se deve as particularidades da região que também atende a população ribeirinha. “A vacina é anual e mesmo quem já tomou a dose no ano passado deve tomar novamente este ano”, atentou. Dentre as preocupações de Carlene está a imunização contra o H1N1, que já infectou duas pessoas este ano, mas que foram tratadas e não apresentaram complicações. “O vírus já está em território nacional, por isso devemos nos prevenir da doença”, frisou. A vacinação acontece até o dia 25 deste mês em todos os postos de saúde. No sábado, Dia D, além das unidades municipais de saúde, a população de Belém pode procurar pelos postos fixos para se imunizar, eles vão funcionar no SESC – Doca, Yamada Plaza, IT Center, Ure Presidente Vargas e Ambulatório Médico da Polícia Militar.

Fonte: Diário do Pará

Morre, aos 66 anos, o sambista “bem-humorado” Dicró

Morreu, aos 66 anos, no final da noite de ontem, 25, em Magé, na Região Metropolitana do Rio, o sambista Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró, que ganhou notoriedade com letras bem-humoradas e de duplo sentido.

Famoso pelos seus sambas satíricos, Dicró morreu de enfarte na noite desta quarta-feira (25)

Lutando contra os efeitos da diabetes, o cantor e compositor passou mal em casa, no bairro de Mauá, por volta das 22h, após retornar do hospital onde havia realizado uma sessão de hemodiálise. Segundo parentes, Dicró, antes de sofrer o enfarte, reclamou de dores na cabeça. Mesmo encaminhado para o Hospital Central de Magé, o sambista não resistiu e morreu. O enterro de Carlos Roberto de Oliveira está marcado para as 17h de hoje no Cemitério Jardim da Saudade, na zona oeste do Rio. O velório deve iniciar nesta manhã no mesmo local.

Vascaíno, Dicró nasceu na cidade de Mesquita, também na Região Metropolitana do Rio, em 14 de fevereiro de 1946, e se especializou em sambas satíricos, cujas letras davam ênfase ao dia a dia do subúrbio e da Baixada Fluminense. O apelido “Dicró” veio da assinatura que ele utilizava com as suas iniciais “De C.R.O.” quando fazia parte dos compositores de um bloco de Nilópolis. Entre alguns dos sambas bem-humorados de sua autoria estão “A Vaca da Minha Sogra”, “Botei Minha Nega no Seguro”, “Funeral do Ricardão”, “Olha a Rima” e “Chatuba”.

Fonte: UOL

Paciente morre após sofrer AVC e médico receitar xarope

Uma sucessão de problemas na rede de saúde pública municipal e estadual de Osasco (Grande São Paulo) resultou na morte do aposentado Zigomar Rodrigues Domingues, 62, no último 26.

Zigomar Rodrigues Domingues, 62, morto no último dia 26, com a mulher

O paciente sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) na noite de 3 de fevereiro e foi levado ao pronto-socorro municipal da Vila Pestana. Lá, segundo a família de Domingues, um médico lhe receitou um xarope e o dispensou, ignorando a gravidade do caso. O aposentado era deficiente físico desde os sete anos, em decorrência de uma poliomielite, e tinha histórico de acidentes vasculares.

Segundo a jornalista Evelyn Rodrigues, filha de Domingues, a família ligou para o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) por volta de 20h do dia 3 de fevereiro. A ambulância levou o paciente o pronto-socorro mais próximo, como de praxe. “Ele não conseguia falar direito, nem se mexer e estava com falta de ar. Na ambulância, mediram a pressão dele e deu 28 por 15”, relata a filha.

Na unidade, o paciente foi encaminhado para a sala de emergência, onde foi analisado e medicado com vitaminas e soro fisiológico, segundo a direção do PS. Após quatro horas “em observação neurológica”, diz o hospital, o paciente foi reavaliado e recebeu alta. O médico que lhe atendeu apenas receitou um xarope para ajudar na respiração (Salbutamol) e o liberou.

Em seguida, de acordo com Evelyn, a enfermeira do Samu, a mesma que havia removido Domingues de casa até o PS, recomendou que a família levasse o paciente para outro hospital, dada a gravidade do caso, contrariando a decisão do médico.

A família, então, levou de carro o aposentado até o Hospital Regional de Osasco Dr. Vivaldo Martins Simões, administrado pelo governo do Estado. “Meu pai não tinha forças sequer para sentar, não conseguia falar nada e estava completamente sem noção do que acontecia”, afirma Evelyn.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Osasco afirmou que o hospital liberou Domingues porque ele “respirava normalmente, estava corado e ativo” e que as sequelas aparentes –glicemia e dificuldades motoras– estavam “relacionadas aos episódios anteriores de AVC e a doenças preexistentes, como diabetes e glicemia.”

“Ele nunca teve diabetes; a glicemia estava alterada por conta do AVC. A reavaliação só foi feita porque minha mãe foi cobrar o médico sobre o que estava acontecendo”, questiona a filha.

Segundo a secretaria, o xarope foi receitado porque “ruídos discretos” foram diagnosticados na caixa torácica de Domingues –posteriormente, no hospital regional, os médicos constataram que o paciente estava, na verdade, com enfisema pulmonar. O hospital justifica a alta alegando que o quadro do paciente era “estável”.

“Ele estava com dois problemas graves [AVC e enfisema] que não foram diagnosticados corretamente”, diz Evelyn. “Os médicos do PS não o encaminharam para lugar nenhum, nem solicitaram tomografia ou um exame mais completo .Se eles tivessem preocupados com a integridade do paciente, ele não teria deixado o hospital com uma receita de xarope”, afirma.

Hospital de referência não tinha tomógrafo

O diagnóstico do quadro de Domingues realizado no Hospital Regional Dr. Vivaldo Martins Simões confirmou que o caso era grave. “O paciente foi diagnosticado com AVC muito extenso, de alta gravidade”, afirmou a Secretaria de Saúde do Estado, em nota. Apesar de identificar a gravidade do caso, o atendimento a Domingues no Hospital Regional também foi falho.

Apesar de ser a unidade do município referência em UTI neurológica, o hospital regional estava sem tomógrafo –equipamento indicado para detectar o AVC– quando Domingues foi internado. O único tomógrafo da unidade não estava funcionando, porque uma peça havia quebrado dias antes, e a peça substituta ficou apreendida na alfândega.

O equipamento só voltou a funcionar cerca de 25 dias após a internação do aposentado. Durante todo esse tempo os médicos não tinham como saber a dimensão do AVC, nem a área cerebral afetada.

Nesse período, Domingues foi levado para o setor de internação, onde ficou por dois dias. De lá, foi transferido para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), onde foi entubado por apresentar insuficiência respiratória e passou a se alimentar e a urinar por sondas. Na UTI, o aposentado contraiu uma infecção pulmonar, que, em pouco tempo, fez com que seu quadro evoluísse para “coma vigil”, condição que deixa o paciente em estado vegetativo.

Após finalmente Domingues fazer a tomografia, foi detectado que o paciente realmente havia sofrido um AVC no dia 3 de fevereiro e que sofreu outro acidente, na artéria basilar, três dias antes da tomografia. Os dois acidentes afetaram todo o tronco cerebral do aposentado.

Segundo Evelyn, seu pai ficou entubado por mais de 20 dias, quando a recomendação é retirar os tubos após no máximo dez dias e fazer uma traqueostomia. A jornalista afirma que a traqueostomia não foi feita por não haver cirurgiões no hospital, fato negado pela Secretaria de Saúde. “Temos equipes diurnas e noturnas de cirurgiões.”

A filha do paciente afirma ainda que faltou acompanhamento médico ao seu pai durante os dias de internação. A secretaria, mais uma vez, nega: “o paciente foi assistido por equipe multidisciplinar, recebendo antibióticos adequados para seu quadro clínico, além de fisioterapia respiratória.”

Sobre o tomógrafo, a secretaria afirma que “o equipamento realiza, em média, 1.000 tomografias por mês e, apesar das manutenções periódicas, teve uma peça danificada, sem possibilidade de troca imediata pela empresa Toshiba, sendo necessária sua importação.”

Uma saída para o problema seria a transferência do paciente, mas o procedimento não foi realizado por conta do alto risco que poderia oferecer ao aposentado. “O Hospital Regional é o único da região com UTI neurológica. Como pode ter ficado sem tomografia por mais de 28 dias por causa de uma peça presa na alfândega?”, questiona Evelyn.

Domingues acabou morrendo por uma série de fatores –parada cardíaca e respiratória, edema do pulmão, insuficiência renal, AVC isquêmico e choque séptico. Ele deixou a mulher e quatro filhos.

Fonte: UOL de SP

Supremo julga descriminalização do aborto de anencéfalos

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) devem decidir nesta quarta-feira (11) se o aborto de anencéfalos – fetos com ausência total ou parcial do cérebro – pode ou não ser considerado crime. A sessão, que será transmitida pelo UOL, terá início às 9h para ter alguma chance de ser concluída no mesmo dia. Na prática, os ministros vão debater o que é a vida – para o futuro presidente da Corte, Carlos Ayres Britto, o julgamento será um “divisor de águas”.

A menina Marcela de Jesus Ferreira, em foto com a família ao completar um ano de vida em 2007 no interior de SP; caso foi destacado por especialistas e entidades contrários ao aborto de anencéfalos

A ação chegou ao STF em 2004, por sugestão da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS). A entidade defende o aborto quando há má formação cerebral sem chance de longa sobrevivência para a criança. Para grupos religiosos, incluindo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o princípio mais importante é o de que a vida deve se encerrar apenas de forma natural.

Mas há controvérsias de que o bebê anencéfalo, de fato, vive – mesmo que brevemente. Juristas, que autorizam a interrupção de gestações desse tipo há mais de 20 anos, alegam que legalmente a vida termina na morte cerebral. É apenas depois disso que são autorizados os transplantes e o desligamento dos aparelhos. Os anencéfalos nunca chegam a ter vida cerebral.

Os críticos dessa visão veem no julgamento uma tentativa de abrir as portas para todos os tipos de aborto, como defendem entidades feministas, inclusive de dentro da Igreja Católica. De acordo com uma pesquisa do instituto Datafolha, em 2004 havia 67% de paulistanos favoráveis a interromper a gravidez de bebês com anencefalia.

O relator é o ministro Marco Aurélio Mello, que já se manifestou favoravelmente à medida várias vezes. Será o último grande julgamento da Corte sob a presidência do ministro Cézar Peluso, que se aposentará compulsoriamente em setembro, quando atingirá a idade limite de 70 anos de idade. Ayres Britto o sucederá a partir do dia 19 de abril.

É também o segundo mais importante assunto na pauta deste ano, que ainda deverá ter nos próximos meses o julgamento dos citados no escândalo do mensalão.

O que é anencefalia

A anencefalia causada por um defeito no fechamento do tubo neural (estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinhal). Ela pode surgir entre o 21º e o 26º dia de gestação. O diagnóstico é feito no pré-natal, a partir de 12 semanas de gestação, inicialmente por meio de ultrassonografia. Entidades médicas afirmam que o Brasil tem aproximadamente 400 casos por ano – cerca de um afetado para cada 700 bebês nascidos.

A grande maioria das crianças que nascem sem cérebro morrem instantes depois. Além de carregar no útero um bebê fadado a viver possivelmente por alguns minutos, as mães ainda têm de lidar com a burocracia de registrar o nascimento e o óbito no mesmo dia. Alguns juízes já autorizaram abortos desse tipo. O advogado da CNTS na ação, Luis Roberto Barroso, classifica a gravidez de anencéfalos de “tortura com a mãe”.

Os críticos do aborto de bebês nessa situação citam um caso de 2008 em Patrocínio Paulista, interior de São Paulo. Marcela de Jesus Ferreira sobreviveu um ano e oito meses porque a ausência de cérebro não era total e porque sua mãe, Cacilda Galante Ferrari, se recusou a interromper a gravidez.

Na anencefalia, há a ausência da maior parte do cérebro e da calota craniana (parte superior e arredondada do crânio). Na merocrania, uma condição extremamente rara, há um defeito menos acentuado da caixa craniana e o resquício do cérebro é coberto por uma membrana. Ambas as anomalias são fatais, mas, no segundo caso, a sobrevida costuma ser maior

Fonte: UOL

Família busca cura para menina com síndrome rara que destrói rosto

Uma família de Manchester, na Inglaterra, está tentando conseguir uma cirurgia nos Estados Unidos para curar uma síndrome rara que está destruindo o rosto da filha de três anos.

Maha Asghar foi diagnosticada com a Síndrome Parry-Romberg (Foto: BBC)

Há um ano, a criança, Maha Asghar, foi diagnosticada com a Síndrome Parry-Romberg, um problema facial raro que afeta uma em 1 milhão de pessoas.

A doença faz com que o sistema imunológico ataque a criança e já está começando a destruir o rosto de Maha.

A família está tentando levantar 70 mil libras (mais de R$ 200 mil) para conseguir fazer o tratamento.

O National Health Service (NHS), o serviço público de saúde britânico, oferece cirurgia plástica para estes casos apenas a partir dos 16 anos, mas a família acredita que será tarde demais para Maha e quer levá-la para fazer tratamento nos Estados Unidos o mais rápido possível.

‘No momento está afetando a visão dela e esta é minha principal preocupação, pois pode deixá-la sem enxergar’, disse a mãe da criança, Shameem Asghar.

‘Está destruindo os ossos, está destruindo a língua e a gengiva e causando muitos danos atrás da orelha, o que pode afetar a audição. Ela pode ter episódios de dor que podem durar de duas a três horas e é uma dor insuportável’, descreveu a mãe da criança.

‘É bem difícil assistir (às crises) sabendo o que pode acontecer. É como se estivéssemos em uma montanha-russa emocional’, acrescentou.

Técnica pioneira
Até o momento, a família de Maha Ashghar conseguiu levantar 50 mil libras (quase R$ 145 mil) promovendo eventos e espera levar Maha para fazer a cirurgia em maio.

Shameem Asghar afirma que o NHS ofereceu o fornecimento do medicamento metotrexato, cujos efeitos colaterais ‘podem afetar os rins, podem até matá-la’.

O professor de cirurgia John Siebert do Hospital da Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, é o pioneiro em intervenções precoces nestes casos. Nestes procedimentos, o médico usa a reconstrução microcirúrgica para reparar a deformação.

A cirurgia de Siebert envolve a retirada de tecidos do próprio corpo do paciente e o transplante destes tecidos para o rosto.

O professor americano passou 20 anos aperfeiçoando a técnica que pode não apenas reparar a deformação, mas também mudar a biologia da doença e parar seu avanço.

Até o momento a cirurgia foi feita em 120 pacientes com a Síndrome de Parry-Romberg.

A doença, também conhecida como atrofia hemifacial progressiva, causa o encolhimento progressivo e a degeneração dos tecidos embaixo da pele, geralmente apenas em um lado do rosto.

A doença pode levar à perda da visão, dores fortes e convulsões. Ainda não existe cura.

Fonte: BBC

Gianecchini beija Marília Gabriela em programa e diz “Eu te amo”

O ator Reynaldo Gianecchini deu um beijo na boca e disse à apresentadora Marília Gabriela, sua ex-mulher, que a amava no fim de uma entrevista para o programa “Marília Gabriela Entrevista”, no canal GNT.

A conversa, gravada hoje em São Paulo, vai ao ar no domingo (8), às 22h.

Foram 45 minutos em que ele falou da doença, do tratamento e de seu otimismo em relação ao futuro.

No fim, repetiu um texto que recebeu de uma fã quando ainda cuidava da saúde:

“Sorria, brinque, chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, grite e, acima de tudo, viva. O fim nem sempre é o final. A vida nem sempre é real. O passado nem sempre passou. O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora. Tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor.”

No fim do texto, olhou para Gabi e disse: “Eu te amo”.

Os dois então se beijaram.

Fonte: Folha

Reynaldo Gianecchini e Marília Gabriela em gravação de programa com direito a declaração de amor

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