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Ator que se enforcou por acidente ao representar Judas morre

O ator brasileiro Thiago Klimeck, que se enforcou acidentalmente ao fazer o papel de Judas em uma representação da Paixão de Cristo durante a Semana Santa, morreu neste domingo (22), informou em comunicado o hospital Santa Casa de Itapeva (São Paulo).

O ator Thiago Klimeck minutos antes do enforcamento em cena

Klimeck, de 27 anos, sofreu uma grave hipoxia cerebral pela falta de oxigênio nos quatro minutos em que ficou enforcado, aparentemente, por causa de um erro no nó da corda.

O acidente aconteceu a noite da Sexta-Feira Santa, em 6 de abril,na localidade de Itararé, a 345 quilômetros ao oeste de São Paulo, durante a representação da cena bíblica na qual Judas se suicida, arrependido por haver traído Jesus Cristo.

Depois de quatro minutos, os outros atores se deram conta que Klimeck estava inconsciente. Dessa forma, com a ajuda de socorristas, o ator foi levado a um centro sanitário de Itararé, de onde foi transferido um dia depois ao hospital da cidade de Itapeva, onde morreu hoje.

Fonte: UOL

Expulso por ser gay, pastor cria igreja voltada a homossexuais

A partir das 19h do próximo sábado (24), o Rio Grande do Sul terá a primeira igreja voltada ao público gay. Homossexual assumido, o pastor Anderson Zambom conta os dias para a inauguração da Igreja Cidade de Refúgio de Porto Alegre, vinculada a uma comunidade nacional que tem como objetivo pregar a palavra de Deus sem preconceitos quanto à orientação sexual.

Pastor Zambom fará o primeiro culto da nova igreja neste sábado (24) (Foto: Mauro Vieira/Agência RBS)

“Haverá cultos de ensino bíblico para mostrar às pessoas que Deus não é aquele monstro que as igrejas pregam”, disse ao G1 o pastor, que atuará junto com a pastora Vanessa Pereira, de 27 anos. “Quem impôs a condição de pecado foi o homem e não Deus, porque em nenhum momento a Bíblia condena o homossexualismo. O que há é algumas traduções errôneas e o entendimento errado e manipulado da Palavra”, acrescentou.

O pastor ressalta que a Cidade de Refúgio não é de uma igreja voltada exclusivamente ao público gay, mas tem o intuito de dar uma oportunidade aos homossexuais evangélicos de exercerem a religião sem serem considerados pecadores. Foi exatamente o que aconteceu com o próprio Zambom, forçado a abandonar o exercício de pastor de uma igreja de Santa Maria, em 2003. “Fui excluído do ministério. Não pude ir para frente no meu trabalho”, lamentou o pastor.

Cristão desde os 10 anos, Anderson, hoje com 26, teve a ideia de voltar aos púlpitos ao perceber o surgimento das chamadas “igrejas inclusivas”. Decidiu fundar a Cidade de Refúgio na capital gaúcha após conversar com a fundadora da comunidade, Lanna Holder. “Havia uma ideia de criação do nosso ministério, porém seria independente. Então, conversando com as pessoas, resolvemos começar esta obra aqui”, declarou.

Os cultos da Cidade de Refúgio terão semelhanças aos da Bola de Neve, igreja evangélica voltada ao público jovem que se notabilizou após a conversão de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do grupo de rock Raimundos. “Serão cultos bem jovens”, diz o pastor.

Fora as celebrações religiosas, uma das primeiras realizações da Cidade de Refúgio será a Balada Gospel, uma festa noturna voltada ao público cristão. O evento ainda não tem data marcada, e deve ocorrer até junho deste ano. O pastor tem outro plano mais ambicioso. “Pretendemos montar uma convenção nacional de igrejas inclusivas”, diz Zambom.

Nos discursos, não serão abordados apenas temas voltados à homossexualidade. “Não é só uma igreja gay e não queremos que se torne isso. É uma igreja para todos, independente da orientação sexual”, ressaltou.

Os cultos na Igreja Cidade de Refúgio de Porto Alegre serão realizados aos sábados, às 19h30, aos domingos, às 18h e às quartas-feiras, às 19h30. A nova igreja fica na Rua Álvaro Vieira Andrade, número 134, no bairro Jardim Ingá, na Zona Norte de Porto Alegre.

Fonte: G1 do RS

Vaticano expulsa três padres condenados por pedofilia em AL

Padres condenados por pedofilia foram expulsos da Igreja Católica

O Vaticano decidiu, na noite desta terça-feira (3), afastar definitivamente no ministério da Igreja Católica, os três padres alagoanos condenados por pedofilia em Alagoas. Luiz Marques Barbosa, Raimundo Gomes e Edilson Duarte ainda podem recorrer da decisão da Justiça alagoana, mas a Santa Sé decidiu excluir os religiosos de seus quadros de sacerdotes.

Segundo o padre Daniel Nascimento, pároco da Igreja Santa Luzia, na cidade de Penedo, que foi licenciado pelo Vaticano para acompanhar o processo de pedofilia em Alagoas, a Santa Sé já havia comunicado aos padres da decisão de afastá-los, antes mesmo do processo civil ser concluído.

Desde o início do processo, logo após as denúncias de pedofilia, a Arquidiocese de Penedo já havia substituiído os padres em suas respectivas paróquias.

Condenação

No dia 19 de dezembro, a Justiça alagoana condenou os padres Luiz Marques Barbosa, Raimundo Gomes e Edílson Duarte pelo crime de pedofilia, praticado contra três coroinhas. O monsenhor Luiz Marques foi condenado a 21 anos de prisão e os párocos Raimundo e Edílson cumprirão pena de 16 anos e 4 meses. Como os três já respondiam ao processo em liberdade, eles ainda não foram presos.

A sentença foi proferida pelo juiz da Vara da Infância e da Juventude de Arapiraca, João Luiz de Azevedo Lessa. Além da pena de prisão, o monsenhor Luiz Marques, de 83 anos, terá que pagar uma multa de 30 vezes um salário mínimo.

Os religiosos eram réus no processo que apurou delitos de atentado violento ao pudor contra os coroinhas Fabiano Silva Ferreira, Cícero Flávio Vieira Barbosa e Anderson Farias Silva, conforme denúncia apresentada em março de 2010 pelo Ministério Público Estadual (MPE).

As investigações do Ministério Público e Polícia Civil acusaram os religiosos de prometer vantagens econômicas às vítimas em troca de sexo. De acordo com o juiz João Luiz de Azevedo Lessa, o processo tem quatro volumes com mais de mil páginas e é “muito complexo”.

Fonte: UOL

Pastor faz abaixo-assinado contra Jô Soares por piada com Bíblia

Um abaixo-assinado criado na internet pede que o apresentador Jô Soares e os cantores Tom Zé e Moraes Moreira se desculpem por terem feito piada com a Bíblia no “Programa do Jô” do dia 17 de novembro, na Globo.

No programa, foi exibido um trecho do documentário “Filhos de João, o Admirável Mundo Novo Baiano”, no qual um entrevistado fala que o grupo Novos Baianos fazia cigarros de maconha com páginas da Bíblia. Jô, que entrevistava Tom Zé e Moraes Moreira, comentou que a Bíblia tem “mil e uma utilidades”.

O abaixo-assinado, assinado por mais de 13 mil pessoas até a noite desta quinta (15), foi criado pelo pastor Renê de Araújo Terra Nova, do Ministério Internacional da Restauração.

“Nós, abaixo-assinados, repudiamos as declarações apresentadas no Programa do Jô, veiculado no dia 17 de Novembro de 2011, sobre o fato de fumar maconha com as páginas da Bíblia. A Bíblia é o Livro Sagrado da Nação Brasileira para todos os cristãos. Reivindicamos a retratação dos senhores Jô Soares, Moraes Moreira, Tom Zé e Henrique Dantas que zombaram da situação e menosprezaram o valor inenarrável da Bíblia Sagrada. Este é um ato que deve ser compartilhado por todos os que temem a Deus e zelam pela Sua Palavra”, diz o texto.

A Central Globo de Comunicação diz que “evidentemente, não foi um comentário ofensivo, mas é assustadora toda iniciativa contra a liberdade de expressão”. O pastor foi procurado, mas não atendeu às ligações.

Em seu blog, Tom Zé disse que é “inveterado leitor (da Bíblia)” e que “converso sobre ela com amigos, ouço o que os doutores têm a dizer. E divulgo”.

Fonte: Folha.com

Padre é condenado a 60 anos de prisão por abuso de adolescentes, em SP

Padre José Afonso Dé

O padre José Afonso Dé foi condenado pela 2 ª Vara Criminal de Franca, no interior de São Paulo, a 60 anos e oito meses de prisão por estupro e atentado violento ao pudor. Em abril de 2010, o pároco foi acusado de pedofilia e indiciado por abusar sexualmente de seis garotos, entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010.

As vítimas, com idades entre 12 e 16 anos, eram coroinhas e frequentadores da Paróquia São Vicente de Paulo, em Franca. Segundo o advogado de defesa, Eduardo Maestrelo Caleiro Palma, a decisão foi proferida no meio do ano, mas como o caso corre em segredo de Justiça, não havia sido divulgada.

O advogado entrou com um pedido de habeas corpus e, atualmente, o pároco aguarda a decisão do recurso ao Tribunal de Justiça (TJ) em liberdade.

O caso
Uma denúncia anônima feita no dia 24 de março de 2010 ao Conselho Tutelar de Franca deu origem à investigação da Delegacia de Defesa da Mulher. O denunciante, que não quis se identificar, havia dito que o sacerdote molestava adolescentes na sacristia da igreja onde ele celebrava missas e na própria casa. Os meninos relataram terem sido beijados e acariciados nos órgãos sexuais pelo Afonso Dé.

O padre foi afastado das suas funções pelo bispo de Franca, Dom Pedro Luís Stringhini, que também entrou em contato com a Nunciatura Apostólica, a ‘embaixada’ do Vaticano no Brasil, para encaminhar formalmente as acusações contra o pároco.

Durante a apuração, 31 pessoas foram ouvidas, entre o acusado, as vítimas, mães dos garotos e testemunhas. Além dos seis garotos molestados entre 2009 e 2010, a polícia identificou outras quatro vítimas, num total de dez. No entanto, como o abuso teria ocorrido entre os anos de 1990 e início de 2000, o crime prescreveu.

Fonte: G1

Falso padre de Castanhal é preso por estelionato em São Luís

Cristiano Santos da Silva

O arcebispo metropolitano de Belém, Dom Alberto Taveira, negou ontem que o falso padre preso na última terça-feira, em São Luís (MA), Cristiano Santos da Silva, tenha deixado um rombo na arquidiocese da capital paraense, segundo declarações atribuídas ao delegado maranhense Breno Galdino pelo portal de notícias G1.

“Não tenho nenhum conhecimento dessa pessoa, ele nunca passou pela Arquidiocese de Belém”, afirmou Dom Taveira. Segundo ele, é uma “informação improcedente” e a arquidiocese não sofreu prejuízo algum. O arcebispo disse que soube somente que o falso padre “passou por Castanhal”.

Ele acrescentou que apesar de ter chegado a Belém depois dos “eventuais fatos”, o arcebispo emérito, Dom Vicente Zico, não teve conhecimento do falso padre assim como ninguém da arquidiocese.

Segundo o G1, o falso padre já atuava em São Luís há pelo menos sete meses. Ainda segundo o site, o delegado Breno Galdino teria dito que Cristiano Santos já havia celebrado casamentos e batizados e também já teria atuado falsamente como padre em uma igreja no Pará, e “deixou um rombo na arquidiocese de Belém ao não pagar o aluguel de um carro”. A informação de que padres paraenses teriam pedido apoio da Arquidiocese de São Luís para investigar o falso padre também não foi confirmada.

O bispo da Diocese de Castanhal, Dom Carlos Verzeletti, também negou que Cristiano dos Santos teria atuado como padre naquele município. Ele confirmou, entretanto, que ele é natural da Vila de Apeú, onde foi ajudante de um padre por três anos, sem dar “problema algum”.

Segundo Dom Verzeletti, o rapaz de 22 anos tentou se apresentar como padre no ano passado, mas como já era conhecido, foi logo “desmascarado” pelos padres, o que teria evitado que ele chegasse a celebrar missa ou algum tipo de sacramento no município. Depois disso “ele sumiu”.

Cristiano não foi nem mesmo seminarista, garante o bispo, que disse que o caso é de falsidade ideológica. Ele disse ainda que ontem teve contato com pessoas da Igreja de São Luís que confirmaram a informação da imprensa sobre a prisão do falso padre. “Graças a Deus que descobriram no começo”, afirmou Dom Verzeletti.

Dom Alberto Taveira afirmou que se o falso padre celebrou algum casamento ou batizado ele teria feito “uma simulação de sacramento”, porque não é ministro da Igreja. O arcebispo esclareceu que, caso seja confirmada essa informação, os casamentos e batizados feitos pelo falso padre não terão validade e que as vítimas do golpe devem procurar “as autoridades eclesiásticas”, que devem estudar a situação “caso a caso”.

O GOLPE

Segundo o jornal O Estado do Maranhão, o falso padre foi preso quando se preparava para celebrar missa no templo católico mais antigo de São Luís, a Igreja de São João Batista, no bairro de Vinhais Velho. Segundo o jornal, fiéis que já haviam assistido a missas celebradas por Cristiano disseram não ter desconfiado que ele era um impostor, pela habilidade dele com os ritos católicos. Cristiano teria contado à polícia que foi criado por padres em Castanhal e por isso conhecia as celebrações. Ele vai responder por estelionato.

Fonte: Diário do Pará

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