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PMDB terá candidatos em 115 municípios do Pará

O PMDB possui hoje 1.154 prefeituras em todo o país e pretende elevar esse número para 1.300 no pleito de outubro. Desse total, a meta é eleger pelo menos 115 prefeitos no Pará, mantendo a legenda no topo, como maior partido do Brasil e do Pará.
A largada no Estado foi feita ontem em um grande evento realizado no Maison Pommed’or para cerca de mil pessoas, onde o presidente nacional da legenda, Valdir Raupp, junto com a direção estadual, lançou as 115 pré-candidaturas, tendo o abre-alas a candidatura do deputado federal José Priante a prefeito de Belém, prioridade “zero” do PMDB esse ano.

(Foto: Everaldo Nascimento)

Raupp lembra que Belém foi a primeira capital que visitou para lançar uma pré-candidatura. “Temos 1.154 prefeitos, 900 vice-prefeitos e 8.500 vereadores, além de 170 deputados estaduais, 78 federais e 21 senadores. Somos disparado o maior partido desse país e estamos nos preparando para aumentar ainda mais esses números, começando aqui pelo Pará. Nossa meta e eleger de oito a 10 prefeitos de capital, estabelecendo mais um recorde”.

Raupp Lembra que o PMDB tem sido parceiro importante dos últimos governos da República, ajudando no desenvolvimento do país. “Não é à toa que temos hoje o vice-presidente da República, a maior bancada no Senado Federal, a segunda maior bancada na Câmara Federal, ajudando sempre nos projetos de interesse da nossa população. Temos 46 anos de história e somos o partido mais antigo do Brasil, mas que a cada ano se renova, como ocorrerá com essa próxima eleição”.

O senador Jader Barbalho, presidente do diretório estadual do PMDB, lembra que o partido está pronto e organizado em todo o Estado para a disputa e para vencer. Ele ressaltou a união e demonstração de entusiasmo das lideranças peemedebistas.

“Dentro de um Estado continental como o nosso, é revigorante ver companheiros de Faro, na divisa com o Amazonas; e de Santana do Araguaia, na divisa com o Mato Grosso, estarem aqui nesse evento partidário. Isso mostra compromisso e vontade de vencer”.

APOIOS
Além de ser um quadro qualificado, Jader diz que a candidatura de Priante pode unir, trazendo para a cidade os apoios do governo federal e do estadual, “já que nosso partido é aliado das duas esferas. Faremos a grande administração que Belém precisa. Belém não pode errar novamente”.

Helder Barbalho, prefeito de Ananindeua, lembra que o PMDB completou essa semana 46 anos e se confunde com a história do país e da redemocratização do Brasil. “Reunimos aqui hoje (ontem) todos os nossos pré-candidatos para debater as estratégias para a eleição de outubro, para nos consolidar como maior partido do Brasil e do Pará”.

Segundo ele, o PMDB não tem preconceitos com as legendas e dialoga de acordo com as peculiaridades de cada município. “Acima de tudo, buscamos alianças que possam garantir a governabilidade e garantindo os benefícios para as cidades, e o Priante é um quadro qualificado e tem todas as condições de vencer agora e governar Belém”.

José Priante defende união de forças
Para o pré-candidato José Priante, governar a capital do Estado é seu maior desafio político. “Não resta dúvida de que sou um candidato competitivo. Na última eleição, eu fui ao segundo turno e fui derrotado pela força da máquina municipal e estadual. O PMDB irá à disputa para ganhar essa eleição”.

Para ele, o desenvolvime nto de Belém passa pela união de forças. Ele lembra que Belém tem um orçamento diminuto que não dá condições de enfrentar os graves problemas que afligem a cidade, como saúde, trânsito, transporte, saneamento, violência e educação. “Dessa forma, sem parcerias, é quase impossível ter uma gestão de sucesso”.

Nesse sentido, ele diz que a candidatura do PMDB é diferenciada e pode trazer muitos benefícios para Belém.

“Somos aliados da presidente Dilma e sou amigo pessoal do vice-presidente da República Michel Temer, além de ser parceiro do governador Jatene. Sempre esperarei pelo apoio do governador e, principalmente, o apoio dos eleitores do governador”.

O pior que pode acontecer a Belém, segundo ele, é uma gestão que seja contra o governo federal ou contra o governo do Estado. “Há ainda candidaturas contra tudo e contra todos. Nossa candidatura é nosso compromisso de construir este novo caminho para Belém, de construir pontes para resolver os problemas de Belém. O PMDB está unido na construção desse projeto”.

Fonte: Diário do Pará

Tiririca desiste disputar a prefeitura de São Paulo

O palhaço e deputado federal Tiririca (PR) desistiu de disputar a prefeitura de São Paulo. Seu nome tinha sido apontado pelo partido como pré-candidato, em uma tentativa de valorizar o PR e pressionar a presidente Dilma Rousseff a devolver à legenda o comando da pasta dos Transportes.

A estratégia não funcionou e Tiririca, que nunca mais foi procurado pelos correligionários para tratar do tema, disse ao à reportagem que está fora da disputa.

Fonte: Estadão

PSDB mira Ronaldo como deputado, após FHC convidá-lo como vereador

Em fase de montagem da relação de pré-candidatos a vereador para as próximas eleições, o PSDB lamenta não ter em sua lista o nome de Ronaldo. O Fenômeno foi convidado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para se filiar ao partido, no segundo semestre de 2011, mas não aceitou o convite.

Implícito na proposta, estava o projeto para o ex-jogador se candidatar a vereador de São Paulo, onde tem domicílio eleitoral, em 2012. Amigo de FHC, o ex-atleta disse a seu parceiro de pôquer que não quer se envolver com política. Cascata, na opinião de gente do partido.

Na avaliação de integrantes da legenda, o Fenômeno começa a pegar gosto pela política e só rejeitou a oferta porque tem planos num degrau acima. Estaria tentado a começar a carreira pública como Deputado Federal.

Assim, os tucanos já planejam contar com o astro na disputa por uma vaga na Câmara em 2014, quando ele ainda deve estar sob os holofotes por causa de sua participação no COL (Comitê Organizador Local da Copa).

Até lá, o plano é estreitar mais as ligações. Além de amigo de FHC, Ronaldo faz parte do comitê de São Paulo para a Copa, controlado pelo PSDB.

O Fenômeno é visto pelos tucanos como algluém que gosta do ambiente político e que se envolve cada vez mais com o meio, por isso sua recusa não foi convincente para o partido. Prova disso é seu relacionamento com FHC e Lula. A visita ao ex-presidente petista, fora de uma agenda oficial, reforçou essa tese.

O problema para o partido de Fernando Henrique é que Lula pode entrar no circuito e tentar levar o passe do ex-atacante para o PT. Seria mais um duelo entre os dois às vésperas da próxima eleição presidencial.

Fonte: UOL

O Deputado Tiririca confirma sua candidatura a prefeitura de São Paulo

Campeão nacional de votos, o deputado federal Tiririca (PR-SP) diz que é candidato para valer à prefeitura de São Paulo, e vai encomendar pesquisa de intenção de voto semana que vem. “Estou empolgado, e quando empolgo, embalo.”

Tiririca negou que sua indicação ao cargo seja estratégia do partido para forçar o PT a ceder o Ministério dos Transportes de novo ao PR, e revelou que vai peitar o dono da legenda, Valdemar Costa Neto, se for usado. “Se Valdemar me tirar, vai levar…”, ameaçou, sobre a manutenção de sua candidatura.

O resultado da pesquisa vai nortear os próximos passos.

 

Maioria do STF aprova Lei da Ficha Limpa válida já para 2012

Sete dos 11 membros do STF (Supremo Tribunal Federal) já deram apoio à constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, que valerá a partir das eleições municipais deste ano. Até agora o placar é de 6 a 2.

O STF julga duas dúvidas sobre a constitucionalidade: 1- se a lei torna inelegível quem for condenado em órgão colegiado, mesmo se ainda couber recurso; e 2 – se quem renunciou ao cargo para escapar da cassação se torna inelegível. Há divergências sobre quando começa a ser aplicada a pena. Com os votos de até agora, os condenados em órgão colegiado ficam inelegíveis e quem renunciou a cargos eletivos para escapar de cassação, também. O prazo da inelegibilidade está em discussão.

Nesta quinta-feira (16), os ministros Ricardo Lewandowski e Carlos Ayres Britto se somaram a Luiz Fux, Joaquim Barbosa, Rosa Weber e Cármen Lúcia na defesa do mecanismo que barra candidatos condenados por órgãos colegiados da Justiça. Gilmar Mendes divergiu do relator e apontou várias inconstitucionalidades, se juntando a Dias Toffoli. A sessão ainda não acabou.

“A lei está em total compatibilidade com a Constituição de 88″, afirmou Ayres Britto. Segundo ele, a Constituição brasileira tinha mesmo que ser mais dura no combate à imoralidade e à improbidade. “Porque a nossa história não é boa. Muito pelo contrário, a nossa história é ruim.”

De acordo com o ministro, a Lei da Ficha Limpa tem a ambição de “mudar uma cultura perniciosa, deletéria, de maltrato, de malversação da coisa pública, para implantar no país o que se poderia chamar de qualidade de vida política, pela melhor seleção, pela melhor escolha dos candidatos, candidatos respeitáveis”.

O ministro lembrou que a palavra cândido significa limpo, puro, e candidatura significa pureza ética. “Uma pessoa que desfila pela passarela quase inteira do Código Penal, ou da Lei de Improbidade Administrativa, pode se apresentar como candidato?”, questionou o ministro ao concluir seu voto pela constitucionalidade da Lei Complementar 135/2001.

Antes, Lewandowski apresentou um voto rápido. Para o ministro, a exigência de moralidade na vida pública deve se sobrepor ao direito individual de ser considerado inocente até palavra final da Justiça.

“Nós estamos diante de uma ponderação de valores, temos dois valores de natureza constitucional de mesmo nivel”, disse o ministro.

Outros votos

Para Lewandowski, ao criar a Lei da Ficha Limpa, o Congresso fez a opção legítima de aplicar o disposto constitucional que determina o zelo pela probidade administrativa e pela moralidade para exercício de mandato.

A constitucionalidade da lei só será referendada depois da proclamação do resultado. Ainda votarão os ministros Marco Aurélio de Mello, Celso de Mello e Cézar Peluso –todos esses se manifestaram contra o mecanismo em um primeiro julgamento, realizado em março de 2011, sobre se a Ficha Limpa valeria para as eleições de 2010.

No primeiro julgamento, por 6 a 5, o Supremo decidiu que a medida não era aplicável à votação de 2010 por ter sido sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva menos de um ano antes do pleito – o que é vedado pela legislação eleitoral.

Desta vez, ao contrário do que o correu no início do ano, Fux votou a favor da aplicação. Weber, que substituiu outra defensora da lei no primeiro julgamento, a ex-ministra Ellen Gracie, também deu seu apoio.

O Supremo voltou a discutir o assunto após pedido de vista do ministro Dias Toffoli, feito em dezembro. Os três processos que colocaram a vigência da lei em dúvida começaram a ser discutidos em novembro.

O primeiro de dois pedidos de vista foi feito por Barbosa, sob a justificativa de que a Corte ainda estava desfalcada de um ministro após a saída de Ellen. Weber só tomou posse neste ano.

Levada ao Congresso por iniciativa popular, a lei pesou sobre vários candidatos nas eleições de 2010. O mecanismo prevê inelegibilidade para políticos condenados na Justiça, mesmo sem decisão final, e para os que renunciaram ao cargo para escaparem de cassações. Foram os casos do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) e dos senadores Jader Barbalho (PMDB-PA) e João Capiberibe (PSB-AP), entre outros.

Os ministros ainda divergem sobre os prazos para cumprimento da inelegibilidade. A divisão se dá sobre se a suspensão de oito anos deve se dar após uma eventual condenação final do candidato barrado ou se isso deve acontecer a partir da condenação pelo primeiro órgão colegiado.

Histórico

No voto mais esperado do julgamento, a ministra Rosa Weber afirmou que não há empecilho para que um candidato se torne inelegível antes de ser condenado de forma definitiva – exatamente conforme o mecanismo prevê. “A Lei da Ficha Limpa foi gestada no ventre moralizante da sociedade que está agora exigir dos poderes instituídos um basta”, afirmou. “Inelegibilidade não é pena. E aqui o foco é a proteção da legitimidade das eleições e da soberania popular.”

Primeiro ministro a votar contra a iniciativa, Dias Toffoli afirmou que a lei da Ficha Limpa tem a “pior redação legislativa dos últimos tempos”. Foi acompanhado por comentários de enfáticos Gilmar Mendes. “A Corte pode decidir contra a opinião popular. Se não faríamos plebiscito toda hora e alteraríamos a Constituição. A pena de morte seria aprovada. O modelo contramajoritário serve para defender o indivíduo de si mesmo”, disse.

Em seu relatório, lido no ano passado, Fux considerou problemática a aplicação da lei para casos de renúncia com objetivo de evitar cassações, mas admitiu que condenações em órgãos colegiados servem para barrar candidaturas. Depois de pedir vistas, o ministro Joaquim Barbosa endossou o abandono de cargo como critério –esse voto e o do relator ainda dividem o apoio dos defensores da lei da Ficha Limpa.

Tanto os defensores do mecanismo como Toffoli concordaram em um ponto: a lei não fere o princípio da irretroabilidade –que proíbe imputar crime a fatos ocorridos antes da confecção de uma determinada lei.

Fonte: UOL

Campanhas na TV e rádio sobre plebiscito terão início na sexta-feira, dia 11

A campanha na rádio e televisão para o plebiscito sobre a divisão do Pará começa na sexta-feira, dia 11. A expectativa é que, de fato, a campanha na mídia será uma verdadeira guerra pelos que lutam pelo território paraense unido e os que defendem os novos Estados. Mas os integrantes das equipes das quatro frentes contra e a favor dos Estados do Carajás e Tapajós já estão preparados para o embate.

Os deputados Celso Sabino e Lira Maia: contra e pró Tapajós

O resultado dessa luta com tendência de ser tão gigante quanto a dimensão do Pará será contado nas urnas, no dia 11 de dezembro, quando a população vai dizer sim ou não à divisão e aos Estados do Carajás e Tapajós.

Até lá, a guerra será mesmo de criatividade dos marqueteiros. Uma reunião das grandes cabeças do marketing paraense foi formada no pool das agências Gamma, Griffo, Galvão e Mendes Publicidade, que se juntaram à 3D produtora para começar a campanha contra a divisão.

O presidente da Frente Contra a Criação do Tapajós, deputado estadual Celso Sabino (PR), afirma que, apesar dos recursos escassos, a população do Pará vai ver na TV e rádio que a divisão é inviável e, logo nos primeiros programas, vai poder constatar que os Estados de Mato Grosso e Goiás tiveram muitos problemas com a divisão que viabilizou a criação dos Estados do Tocantins e Mato Grosso do Sul.

Uma equipe foi enviada aos dois Estados para mostrar os problemas financeiros que a divisão poderá deixar como herança ao Pará remanescente, informa Sabino. “Nossas vinhetas estão prontas e vamos mostrar que, apesar de todos os problemas que o Pará enfrenta, a divisão jamais será a melhor saída”, assegura Celso Sabino.

Fonte: DOL

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