Blog Portal Castanhal

Arquivo para a categoria “Ciência”

Cinegrafista amador registra objetos não-identificados no céu do PA

Aparição foi no mesmo dia em que globo metálico caiu do céu no MA.
‘Eram dois pontos vermelhos e brancos, que logo sumiram’, diz cinegrafista.

O funcionário público Raimundo Ribeiro, de 56 anos, filmou um objeto voador não-identificado (óvni) nos céus de Belém quando voltava de navio para a capital do Pará após passar o carnaval na Ilha de Marajó.

“Era por volta das 6h de quarta-feira de Cinzas (22) e voltávamos para Belém quando eu e meu filho percebemos as duas bolas de fogo, seguidas de pontos brancos, no céu. Logo começamos a gravar com o celular. Aquilo nos chamou a atenção, porque nunca tínhamos visto algo semelhante. Todos os passageiros do barco ficaram curiosos e espantados”, lembra Ribeiro em entrevista.

A filmagem realizada por Ribeiro ocorreu no mesmo dia em que um globo metálico caiu do céu no Maranhão. A Aeronáutica foi questionada sobre a relação entre os fatos e se poderiam ser parte de um foguete, mas até a publicação desta reportagem não recebeu retorno.

ASSISTA O VÍDEO

O cinegrafista amador vive em Ananindeua, na região metropolitana de Belém, e diz que, quando os óvnis apareceram no céu, ele estava sentado no segundo andar do navio. “Vimos aqueles dois pontos vermelhos se movimentando. Eles andavam. Atrás deles havia uma claridade”, diz ele.

“No início achamos que podia ser um avião, mas logo vimos que não era. Pois, logo em seguida, sumiu”, afirma o funcionário público, que diz acreditar em extraterrestres. “Eu acredito sim. Nunca vi, mas é claro que existe gente em outros planetas”, afirma.

Bola caiu do céu no MA

Objeto metálico caiu do céu no Maranhão no mesmo dia em que foi feita filmagem no Pará

No mesmo dia em que Ribeiro fez a filmagem, um objeto metálico caiu do céu em Anapurus (MA), a 280 km de São Luís. A esfera foi primeiramente levada à sede da Polícia Militar do município e, depois, ao Centro de Lançamento de Alcântara, base brasileira para lançamento de foguetes, a 30 km de São Luís, onde foi analisada.

O objetivo dos técnicos é descobrir de que se trata a esfera metálica, oca, de aproximadamente 30 kg e do tamanho de um botijão de gás.

Especialistas ouvidos pelo G1 e pela agência russa “Ria Novosti” afirmam que o objeto é provavelmente o tanque de um foguete utilizado para lançar satélites ao espaço. Para eles, o principal suspeito é o foguete francês Ariane-4, lançado da Guiana Francesa em 1997.

O G1 questionou a Aeronáutica sobre se há informações sobre o avistamento de óvnis por pilotos de aeronaves que passaram pela região amazônica no dia 22 e também se os objetos não-identificados avistados pelos moradores do Pará poderiam ser partes dos destroços de um foguete, e aguarda retorno.

Fonte: G1

Esfera metálica que caiu do céu no Maranhão deixa moradores intrigados

Os cientistas brasileiros pretendem investigar um objeto metálico de aproximadamente 30 quilos e 1 metro de diâmetro que moradores relataram ter caído do céu na zona rural do município de Anapurus (MA), a 275 km de São Luis. A esfera metálica veio ao chão por volta das 6h da quarta-feira (22) e assustou os moradores do povoado Riacho dos Poços, a 15 km do centro da cidade.

Moradores disseram que ouviram quatro "estrondos" e depois identificaram que se tratava de um objeto espacial

A queda de objetos, provavelmente do foguete francês Ariane 4, já era prevista pela entidade americana Center For Orbital and Reentry Debris Studies. Segundo o site do órgão, a previsão era de que um objeto do foguete reentrasse na Terra às 7h22 do dia 22, com a diferença de três horas a mais ou a menos – ou seja, pouco mais de uma hora do relato dos moradores.

Segundo testemunhas, com a queda, o objeto atingiu um buritizeiro e um cajueiro, que tiveram galhos arrancados. Os moradores do povoado afirmaram que foram quatro “estrondos” causados com a queda da bola espacial, que abriu um buraco de cerca de um metro no chão próximo a casa de José Valdir Mendes, 46, proprietário do sítio que a esfera caiu.

De acordo com o professor da Universidade Federal de São Carlos, astrofísico Gustavo Rojas, apenas uma análise vai determinar exatamente o que é a peça que caiu no Maranhão. Porém, como um objeto similar do foguete Ariane 4 já caiu em Uganda, em 2002, é uma forte hipótese levada em conta pelo cientista.

“Uma identificação definitiva só pode ser feita após a análise do objeto. Contudo, é muito provável que seja o reservatório de Hélio do terceiro estágio de um foguete Ariane 4, lançado em 1997. Sua reentrada na atmosfera estava prevista para a manhã do dia 22, de acordo com o Center for Orbital and Reentry Debris Studies”, explicou.

Apesar de se tratar de lixo espacial, Rojas afirmou que pelas imagens que viu do objeto ele não contém material radioativo. “Porém, é importante salientar que é sempre prudente evitar tocar nesses objetos até que as autoridades locais sejam alertadas e a natureza do objeto identificada.”

Grande parte da população está assustada com a queda e teme que ocorra outra queda e aconteça um acidente com vítimas, mas Rojas orienta que a possibilidade de uma pessoa ser atingida por um lixo espacial “é muito menor que a de sofrer qualquer outro tipo de acidente cotidiano.”

“O medo é infundado. Estima-se que a chance de isso acontecer seja de 1 em 1 trilhão, enquanto por exemplo a de ser atingido por um raio é de 1 em 1 milhão. Em 50 anos de exploração espacial mais de 5 mil toneladas de lixo espacial voltaram ao solo, sem nenhum relato de vítimas.”

Relatos

Por conta do alvoroço causado pelo objeto, a Polícia Militar esteve no local, na tarde desta quinta-feira, em busca do objeto. Segundo os moradores, muitas pessoas ficaram com medo de ocorrer outra queda de lixo espacial.

“O barulho foi tão grande que os moradores do povoado acharam que era um avião que tinha caído”, afirmou Zacarias Santos, que reside em Chapadinha e foi ver de perto a bola metálica.

De acordo com relatos de moradores do povoado, a esfera caiu em cima de um cajueiro, atravessou o riacho dos Poços e ainda atingiu o tronco de um buritizeiro.

Apesar da queda da esfera ter ocorrido na zona rural, onde existem poucas casas, os moradores das cidades próximas a Anapurus, como Chapadinha (a 29 km) e Mata Roma (a 7 km) estão assustados. O objeto atraiu centenas de pessoas que foram até o povoado Riacho dos Poços ver de perto o objeto que caiu do céu.

“Estamos todos assustados porque imagina se isso cai em cima de uma casa. A força da gravidade com o peso pode causar um acidente fatal”, disse Santos.

Segundo moradores que mexeram na esfera, o objeto é oco e possui fragmentos soltos dentro do globo. O objeto tem cerca de 1 metro de diâmetro, pesa cerca de 30k e tem em uma das partes uma espécie de válvula.

A delegacia de Anapurus informou à reportagem que não houve nenhuma abertura de BO (Boletim de Ocorrência) sobre o caso. Segundo o escrivão Raimundo Gonçalves, não vai investigar o caso. “Iríamos entrar no caso para investigar a origem da esfera se houvesse alguma pessoa atingida pela bola.”

A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação do CLA (Centro de Lançamento de Alcântara) e foi informada de que não havia registro de nenhum evento similar ao ocorrido em Anapurus, apesar de moradores afirmarem terem contatado a base de Alcântara sobre da queda de um objeto espacial. A reportagem enviou e-mail para o diretor do CLA, Ricardo Rodrigues Rangel, para saber se o objeto será levado para o centro e se algum especialista vai analisá-lo, mas até a publicação deste texto não obtivemos resposta.

Fonte: UOL

Nasce 1º bebê brasileiro selecionado geneticamente para curar irmã

Maria Vitória, de 5 anos, segura a irmã, Maria Clara, que pode salvar sua vida

Nasceu o primeiro bebê brasileiro selecionado geneticamente em laboratório de modo a não carregar genes doentes e ser totalmente compatível com a irmã – que sofre de talassemia major, uma doença rara do sangue que, se não for tratada corretamente, pode levar à morte. Maria Clara Reginato Cunha, de apenas 4 dias, nasceu no Hospital São Luiz para salvar a vida de Maria Vitória, que tem 5 anos e convive com transfusões sanguíneas a cada três semanas e toma uma medicação diária para reduzir o ferro no organismo desde os 5 meses.

Nos pacientes com talassemia major – a mais grave e a que realmente precisa de tratamento -, a medula óssea produz menos glóbulos vermelhos e, consequentemente, não consegue fabricar sangue na frequência necessária, podendo causar anemias graves. No Brasil, são pouco mais de 700 pessoas com a doença.

Selecionar embriões saudáveis para tentar salvar a vida de outro filho doente não é novidade – esse procedimento é feito no mundo todo desde a década de 1990. A novidade, neste caso, é que além de não carregar o gene da talassemia major, o embrião selecionado (Maria Clara) também é 100% compatível com Maria Vitória, o que vai facilitar a realização de um transplante de sangue de cordão umbilical.

Segundo o geneticista Ciro Dresch Martinhago, a técnica usada para identificar os genes doentes e também a possível compatibilidade é a mesma – de biologia molecular -, mas exige mais conhecimento específico no caso de analisar a compatibilidade. “A gente coleta uma única célula do embrião para fazer a análise molecular. Ao todo, verificamos 11 regiões do DNA da célula, sendo 2 relacionadas ao gene alterado e 9 relacionadas à compatibilidade, que é mais complexa”, explica o médico, diretor da RDO Diagnósticos e responsável pela análise genética.

De acordo com ele, as chances de um casal gerar embriões que sejam compatíveis e não carreguem o gene doente são de apenas 18% – daí a importância da ciência nesses casos. Além disso, a dificuldade de realizar a técnica e a falta de profissionais experientes nessa área são alguns dos motivos que fazem o método ser pouco usado. O primeiro caso de seleção de embrião 100% compatível no mundo aconteceu em 2004.

Fonte: iG

Novo caso de gêmeos siameses é registrado no Pará

Irmãos nasceram ligados pelo abdômen

Um pouco mais de um mês após nascerem Jesus e Emanuel, gêmeos siameses ligados pelo mesmo tronco, nascem mais duas crianças com a mesma anomalia no Pará. Na noite desta segunda-feira (30), em Alenquer, na região do Baixo Amazonas, duas crianças nasceram ligadas pelo abdômen.

Segundo o médico Ronaldo Rabelo, responsável pelo parto, o procedimento foi feito com dificuldade. Ainda de acordo com o médico, a mãe das crianças, Neudiana Abreu Correa, de 26 anos, não realizou ultrassonografia e só teria retornado ao seu consultório já em serviço de parto.

Um boletim médico, divulgado pelo Hospital Santo Antônio, de Alenquer, informa que as crianças passam bem e serão encaminhadas ao Hospital Regional de Santarém, onde serão reavaliadas.

Fonte: Portal ORM

Gêmeos britânicos nascem com 5 anos de diferença

Os britânicos Simon e Jody Blake tiveram dois filhos gerados a partir de embriões criados ao mesmo tempo, mas que nasceram com cinco anos de diferença.

A família do casal vive na cidade de Cheltenham, na Inglaterra. A mãe, hoje com 38 anos, apresentava dificuldades para engravidar e começou tratamento contra infertilidade em 2005. Foi quando cinco embriões foram criados por fertilização in vitro em um centro de reprodução humana em Bristol.

O par de "gêmeos" Floren (menor) e Reuben (com cinco anos).

Dois desses embriões foram implantados no útero da mãe e um deles deu origem a Reuben, nascida em 9 de dezembro de 2006. Os três embriões restantes foram mantidos em congelamento até o casal decidir ter outra criança em 2011.

Foi quando o casal resolveu utilizar os embriões congelados para ter outro bebê. Apesar de dois deles terem sido perdidos durante o processo de descongelamento, o terceiro deu origem à menina Floren, que nasceu em 16 de novembro de 2011.

A garota veio ao mundo com quase 4 quilos e apenas duas semanas antes do material se tornar inválido para uso, segundo os médicos.

ICSI
A técnica utilizada é conhecida como ICSI e consiste na fecundação de um único óvulo retirado do corpo da mãe por apenas um espermatozoide fornecido pelo pai. O embrião resultante é colocado diretamente no útero e as chances de sucesso podem chegar até 60% em mulheres abaixo de 35 anos.

A decisão de não colocar todos os cinco embriões no útero da mãe e guardar parte deles em congelamento foi a mais correta, segundo o médico Valentine Akande, diretor dos serviços de fertilidade do centro em Bristol.

O especialista explica que, no caso de Jody, cinco óvulos foram retirados da mãe em um único ciclo de tratamento e foram fecundados por cinco espermatozoides diferentes de Simon.

Para o médico, o termo “gêmeos” pode ser usado para classificar a relação entre os dois irmãos, já que os embriões que os originaram foram concebidos ao mesmo tempo. “Mas não se trata de uma gravidez com gêmeos, pois isso significaria que eles tivessem crescido juntos na barriga da mãe”, disse Akande à imprensa britânica.

Fonte: G1

Anvisa proíbe venda de alimentos e bebidas à base de Aloe Vera

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda, a fabricação e a importação de alimentos e bebidas à base de Aloe Vera.

De acordo com o órgão, não há comprovação da segurança do uso do componente e nem registro para esse fim. A restrição foi publicada nesta segunda-feira no “Diário Oficial” da União.

A Aloe Vera é uma planta conhecida popularmente como babosa. É usada principalmente em produtos para o cabelo, mas recentemente também era encontrada em bebidas e alimentos, inclusive com função de emagrecimento.

Por se encaixar na categoria de “novos alimentos”, a planta precisa se submeter ao registro da Anvisa para poder ser comercializada com esse fim.

De acordo com a resolução, o uso da Aloe Vera é regulamentado apenas como aditivo na função de aromatizantes de alimentos e bebidas, o que continua sendo permitido.

Fonte: Folha.com

Navegação do Post