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Arquivo para o dia “janeiro 31, 2012”

Vazamento químico em frigorífico mata 4 e intoxica 28 no MS

Frigorífico foi isolado após vazamento de produto químico

Um vazamento de produto químico em uma área do curtume do frigorífico Marfrig, na manhã desta terça-feira (31) em Bataguassu, a 335 km de Campo Grande causou mortes e deixou feridos, segundo os bombeiros. De acordo com o coronel Ociel Ortiz Elias, comandante da corporação no estado, quatro pessoas morreram em decorrência da intoxicação.

O secretário de Saúde de Bataguassu, José Sebastião de Andrade Junior, disse que 28 pessoas foram intoxicadas por conta do vazamento. Deste total, três foram transferidas, em coma induzido, para hospital de Presidente Prudente (SP). Os outros permanecem internados no hospital de Bataguassu.

Equipes de socorristas foram enviadas para o local para atender os afetados pelo acidente. O chamado de resgate ocorreu por volta das 12h (horário de Brasília). O complexo foi isolado e não houve relatos de explosão na unidade. O incidente teria ocorrido em um curtume, instalado no complexo onde funciona o frigorífico.

O coronel Joílson De Paula, do Corpo de Bombeiros, informou que houve um vazamento de produto químico. O coronel explica que a contenção estava sendo feita com jatos de “água neblinada”. Técnicos da empresa responsável pelo frigorífico devem avaliar a gravidade do vazamento e, para isso, vão usar roupas especiais para entrar na unidade. Uma equipe dos bombeiros, treinados em vazamento de produtos químicos, saiu de Campo Grande para auxiliar na apuração do caso.

A assessoria do Grupo Marfrig informou que curtume foi evacuado para que as causas do acidente sejam apuradas. Em nota, a empresa informa que que houve uma reação química decorrente de manipulação de insumos.

Confira a nota na íntegra:

Esclarecimento

A Marfrig informa que o acidente envolvendo a unidade de curtume no município de Bataguassu (MS) já foi controlado e que os funcionários atingidos já foram removidos e estão sendo atendidos pela Santa Casa local. O curtume foi evacuado e, em conjunto com a polícia civil e técnica, a causa do acidente está sendo apurada. Informações preliminares indicam que houve uma reação química decorrente de manipulação de insumos inerentes da atividade de curtume. Executivos da empresa estão no local empenhados na prestação de atendimento aos funcionários atingidos e suas famílias. Assim que as informações estiverem esclarecidas a empresa voltará a informar. A unidade frigorífica de Bataguassu, próxima ao curtume, não foi atingida pelo acidente.

Grupo Marfrig

Fonte: G1

Mulher encontrada com droga na vagina admite que não foi estuprada

A mulher que foi encontrada com mais de cem gramas de maconha dentro da vagina confessou à polícia, na manhã desta terça-feira (31), que não foi estuprada. Segundo a polícia, ela admitiu que escondeu a droga para levá-la ao esposo, que está preso na Penitenciária Odenir Guimarães (POG), em Aparecida de Goiânia.

A droga seria entregue ao marido dela, que está preso, diz polícia.

De acordo com informações repassadas à polícia, a jovem não teria conseguido retirar o material, o que causou dores muitos fortes. Com medo de ser presa, já que, segundo a polícia, é inexperiente e não tem passagem policial, ela inventou que teria sido estuprada para que o médico retirasse a droga.

A mulher está no 4º Distrito Policial, em Goiânia, e aguarda ser encaminhada para a Casa de Prisão Provisória (CPP).

Falso Estupro
Segundo a polícia, na madrugada desta terça-feira (31), a mulher foi até ao Hospital Materno Infantil, em Goiânia, alegando que estava sentindo fortes dores e que tinha sido vítima de estupro. Mas, ao passar pela avaliação médica, os exames constataram que a história não era verdadeira.

“O médico constatou que não houve estupro e encontrou dentro dela uma quantidade de droga que estava dentro de uma camisinha”, afirma o delegado Rubens Rezende de Souza.

Fonte: G1

Projeto prevê que bens de traficantes podem custear ações de saúde para dependentes

O dinheiro que o governo arrecada nos leilões de bens de traficantes poderá reforçar as ações de saúde voltadas para os dependentes de drogas. Projeto que destina os recursos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) exclusivamente ao tratamento dos usuários de entorpecentes foi aprovado no fim do ano passado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e está na pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAE), para decisão terminativa.

Dinheiro arrecadado com leilões dos bens de traficantes de drogas seria integralmente destinado ao Funad

Uma das fontes do Funad é o leilão de bens de pessoas envolvidas com o tráfico de drogas, como o realizado, em dezembro do ano passado, pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça. Na ocasião, a venda de joias, imóveis, veículos e aviões em Colombo (PR) rendeu ao Funad R$ 1,675 milhão.

Ausência

Na justificação do projeto (PLS 304/2011), o autor, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirma que o Funad continua “pouco efetivo” em sua função de prover recursos financeiros para a busca de solução do problema das drogas.

Por isso, ele propôs a aplicação integral dos recursos do fundo na prevenção, tratamento, recuperação, redução de danos e reinserção social e ocupacional dos dependentes de drogas lícitas e ilícitas. A intenção do senador é “corrigir a ausência histórica de políticas” que tratem as drogas como um problema de saúde pública.

Pulverização

O relator na CAE, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), alertou para a atual diluição dos recursos do Funad em um “leque extremamente amplo de atividades, com a consequência óbvia de diminuição da eficiência geral e de cada uma delas”.

A proposta de Eunício Oliveira, segundo Cyro Miranda, representa “uma saudável mudança” de foco no tratamento da questão: maior investimento na saúde é “uma opção de aplicação de recursos públicos socialmente mais eficiente a longo prazo”.

Antes de ser votado pela CAS, o projeto deverá passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) para exame da constitucionalidade, juridicidade e regimentalidade da matéria. Requerimento com esse objetivo foi apresentado no fim do ano passado pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

Fonte: DOL

Novo caso de gêmeos siameses é registrado no Pará

Irmãos nasceram ligados pelo abdômen

Um pouco mais de um mês após nascerem Jesus e Emanuel, gêmeos siameses ligados pelo mesmo tronco, nascem mais duas crianças com a mesma anomalia no Pará. Na noite desta segunda-feira (30), em Alenquer, na região do Baixo Amazonas, duas crianças nasceram ligadas pelo abdômen.

Segundo o médico Ronaldo Rabelo, responsável pelo parto, o procedimento foi feito com dificuldade. Ainda de acordo com o médico, a mãe das crianças, Neudiana Abreu Correa, de 26 anos, não realizou ultrassonografia e só teria retornado ao seu consultório já em serviço de parto.

Um boletim médico, divulgado pelo Hospital Santo Antônio, de Alenquer, informa que as crianças passam bem e serão encaminhadas ao Hospital Regional de Santarém, onde serão reavaliadas.

Fonte: Portal ORM

Ministério Público quer ressarcimento do valor desviado da AL

Senador Mário Couto, ex-presidente da Assmbleia Legislativa

Em menos de uma semana, o Ministério Público do Estado (MPE) apresentou a segunda denúncia contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa, o atual senador Mário Couto (PSDB). Ele, a filha e atual deputada estadual Cilene Couto (PSDB), o ex-primeiro secretário da mesa diretora da Casa, Haroldo Martins (PTB), e mais sete pessoas são acusadas de integrar um esquema de fraudes em licitações de obras que teria desviado quase R$ 14 milhões dos cofres do parlamento estadual.

Os promotores de Direitos Constitucionais Nelson Medrado e Arnaldo Azevedo protocolaram nova ação civil pública ontem à tarde, requerendo o ressarcimento do valor desviado no esquema de corrupção, a responsabilização judicial pela prática de improbidade administrativa dos envolvidos e ainda o pagamento de multa pela prática criminosa. Entre outras penalidades, eles poderão perder os direitos políticos e serem proibidos de contratar com a administração pública.

Na semana passada, o MPE já havia denunciado Mário Couto, a filha e mais um grupo de servidores da AL por fraudes na folha de pagamento da casa. Desta vez, as fraudes são do período de 2004 a 2007 e se referem ao esquema de falsas licitações realizadas pela Comissão Especial de Licitação de Obras (Celo), com concorrências de cartas marcadas para beneficiar empresas criadas pelo próprio grupo denunciado, em nome de seus parentes. Foram forjados mais de cem procedimentos licitatórios para a contratação de serviços de engenharia na própria sede da AL, alcançando R$ 13,3 milhões, desviados para os bolsos da quadrilha.

Após a primeira denúncia que chegou ao MPE em janeiro de 2011, pela então chefe do Departamento de Pessoal, Mônica Pinto, também já denunciada à justiça em ações anteriores, o MPE realizou em abril busca e apreensão no Departamento de Pessoal e no setor de Informática da AL, onde colheu inúmeros documentos que comprovaram as fraudes em série. Esta ação específica foi possível graças a documentos originais que os promotores conseguiram no gabinete do então superintendente do Departamento de Trânsito (Detran), Sérgio Duboc, que exerceu o cargo de procurador da AL durante a gestão Mário Couto. Depoimentos de testemunhas do processo também confirmaram as fraudes. Além de Mário Couto, Cilene Couto e do então primeiro-secretário da mesa diretora da AL, deputado Haroldo Martins, o MPE também denunciou os servidores Rosana Cristina Barletta de Castro, Augusto José Alencar Gamboa, Dirceu Raymundo da Rocha Pinto Marques, Sandra Lúcia Oliveira Feijó, Daura Irene Xavier Hage, Sandro Rogério Nogueira Sousa Matos e Jorge Kleber Varela Serra.

As fraudes constatadas incluíam a montagem e o direcionamento das licitações, com assinaturas falsificadas e empresas que sequer haviam tomado conhecimento dos processos licitatórios, mas apareciam como participantes. “Interessante situação é demonstrada no procedimento licitatório nº 014/06–Celo/Alepa, pois segundo o depoimento do Sr. Nilson Miguel Amaral de Jesus, representante legal da empresa Corpenge Ltda, este mostrou surpresa ao ver o objeto da licitação acima referido, pois sua empresa sequer vendia o tipo de material apresentado no certame, trabalhando exclusivamente na prestação de serviço elétrico e hidráulico. Sendo que o mesmo também negou ser sua a assinatura no requerimento de habilitação da Corpenge na licitação”, mostram os promotores na ação. Vários pequenos empresários que prestaram depoimento ao MPE comprovaram que não tinham envolvimento algum com o esquema e que suas assinaturas foram falsificadas. “Idêntica situação foi verificada nas declarações do sr. José Maria Vasconcelos Ribeiro, sócio e representante da empresa Seta Engenharia Ltda, sobre o procedimento licitatório nº 036/06–Celo/Alepa, pois ele não reconheceu as assinaturas e rubricas constantes do certame, negando ter participado do mesmo”, acentua a denúncia.

Ação distribuída
A denúncia contra Mário Couto ajuizada na semana passada pelo MPE já foi distribuída para a juíza da 11ª Vara Penal, Jessiany Monteiro de Souza. Inúmeras caixas contendo as provas das fraudes foram enviadas para a justiça, que deverá analisar toda a documentação especificamente.

Fonte: DOL

Polícia prende acusados de homicídio em Castanhal

Jhones Fernando e Heliton Cleiton

Policiais civis lotados na Delegacia de Homicídios de Castanhal e no Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) cumpriram, nesta segunda-feira, 30, em Castanhal, nordeste do Pará, dois mandados judiciais de prisão preventiva decretados contra Jhones Fernando Souza do Nascimento, de apelido “Jhony”, e Heliton Cleiton Gomes da Silva, conhecido como “Jibóia”. Ambos são acusados de homicídio cuja vítima foi Erlon Cruz de Lima em 9 de agosto do ano passado.

O crime teria ocorrido supostamente a mando de um traficante de drogas local devido a dívidas com vendas de drogas que teriam sido contraídas pela vítima e não pagas. Usando uma motocicleta e capacetes, a dupla é acusada de executar a vítima sem chance de defesa com uma pistola de calibre 9 milímetros. Erlon de Lima recebeu diversos tiros pelo corpo. Após o crime, os acusados fugiram. As investigações foram iniciadas pela equipe de policiais da Delegacia de Homicídios com apoio dos policiais do NAI de Castanhal. De acordo com o delegado Augusto Damasceno, do NAI, foi possível identificar, durante as investigações, os autores do crime. Com base nas provas colhidas no inquérito policial, o Poder Judiciário de Castanhal concedeu mandados de prisão preventiva da dupla.

Com as ordens de prisão, os policiais saíram em busca dos acusados que foram imediatamente localizados e presos em locais diferentes na cidade. Tanto “Jhony” quanto “Jibóia” respondem por outros crimes, como roubos e tráfico de drogas. Toda a operação foi coordenada pelos delegados Temmer Kayat, titular da Delegacia de Homicídios, e Augusto Damasceno e Fernando Rocha, do NAI. As prisões seguem as diretrizes propostas pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, onde a apuração dos crimes de homicídios é prioridade no Estado.

Fonte: Polícia Civil

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