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Arquivo para o dia “janeiro 27, 2012”

Castanhal é um dos municípios com maior geração de empregos em 2011

O município de Castanhal, no nordeste do Pará, completa 80 anos neste sábado (28) e motivos para comemorar a data não faltam. Um deles está refletido no bolso dos moradores da Cidade Modelo. Isso porque aumentou a geração de empregos no município, que fechou o ano de 2011 com um crescimento de 5,33%, ficando entre os dez que mais geraram empregos no passado, de acordo com um estudo divulgado nesta sexta-feira (27), pelo Dieese no Pará (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).

O balanço, efetuado com base em informações oficiais do Ministério do Trabalho, mostra que em 2011 foram feitas, em Castanhal, no setor formal da economia 12.717 admissões, contra 11.403 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.314 postos de trabalho.

Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos setores econômicos de Castanhal apresentou crescimento do emprego formal no período, com destaque para o setor comércio, com saldo positivo de 664 postos de trabalho, e do setor serviços, com saldo positivo de 619 postos de trabalho. Na outra ponta, dois setores apresentaram pequenas quedas, como mostra a tabela abaixo:

Quadro demonstrativo da geração de empregos formais por setores de atividades econômicas no município de Castanhal em 2011

Setores Econômicos
Admitidos
Desligados
Saldo
Indústria de Transformação
2.960
2.940
20
Serv. Indúst. de Utilidade Pública
81
88
-7
Construção Civil
1.487
1.468
19
Comércio
5.148
4.484
664
Seviços
2.384
1.765
619
Administração Pública
0
0
0
Agropecuária
657
658
-1
Total
12.717
11.403
1.314
Fonte: MTE/CAGED        Análise/Elaboração: DIEESE/PA

Nos últimos dois anos, foram gerados na Cidade Modelo quase quatro mil postos de trabalho formais, a maioria no setor do comércio, serviços e construção civil, como pode ser observado na tabela abaixo:

Período (Jan- Dez)
Admissão
Desligamento
Saldo
2010
12.793
10.332
2.461
2011
12.717
11.403
1.314
Total
25.510
21.735
3.775
Fonte: MTE/CAGED        Análise/Elaboração: DIEESE/PA

Fonte: Portal ORM

Casal preso em flagrante por tráfico de drogas em Castanhal

Policiais civis da Superintendência Regional da Zona do Salgado efetuaram ontem a prisão em flagrante do casal José Ricardo de Souza Monteiro e Maria Deuzarina Santos Barbosa por tráfico de entorpecentes, em Castanhal, nordeste do Pará. Eles foram flagrados após denúncia de venda de drogas no bairro Saudade I, periferia da cidade.

A equipe composta pelos investigadores Mateus, Nivaldo, Souza, Olympio, Filgueira e José seguiu ao local indicado onde constataram a movimentação no imóvel característica de tráfico de drogas. Na casa, localizada na Rua Duque de Caxias, 18 petecas de pasta base de cocaína foram apreendidas, além de R$ 91 em dinheiro. O casal foi conduzido com a substância e o dinheiro para a Delegacia de Castanhal para autuação em flagrante lavrada pelo delegado José Casemiro Beltrão Junior.

Fonte: Polícia Civil

Pedreiro diz ter derrubado paredes em prédio que caiu

Um ajudante de obras que trabalhava no 9º andar do Edifício Liberdade, que desabou na noite de quarta-feira no centro do Rio, confirmou ter derrubado quatro paredes de um ambiente nas últimas semanas. Engenheiros afirmam que danos estruturais podem ter causado o desmoronamento.

Pedreiro diz que pilares foram mantidos de pé, mas que não teve orientação de engenheiro depois do início das obras, há 4 semanas

O pedreiro Alexandro da Silva Fonseca disse que os pilares e as estruturas de concreto do andar foram mantidos de pé, mas afirmou que paredes de tijolos foram retiradas para a realocação de um banheiro. Ele relatou que não teve contato com nenhum engenheiro responsável pela obra desde que os trabalhos começaram, há cerca de duas semanas. Ele vai prestar depoimento à Polícia Civil nesta sexta-feira.

Segundo a Secretaria de Assistência Social do município, já foram encontrados sete corpos nos escombros dos três prédios que desabaram no centro do Rio. Ainda há 20 desaparecidos.

Fonte: Estadão

Agnaldo Timóteo depõe sobre suposta rede de pedofilia

Cantor foi ouvido pela polícia em Caratinga, na Região Leste de MG.

O cantor e vereador Agnaldo Timóteo prestou depoimento, nesta quinta-feira (26), por mais de duas horas, em uma delegacia de Caratinga, na Região Leste de Minas Gerais. Ele é testemunha de um processo que investiga um suposto esquema de pedofilia e exploração sexual de jovens atletas que sonhavam ser jogadores de futebol profissional.

Durante a “Operação Contra-Ataque”, a polícia cumpriu seis mandados de prisão. Entre os presos está um treinador de futebol, de 49 anos, que, segundo as investigações, atraía crianças e adolescentes que tinham o sonho de ser jogador de futebol e abusava sexualmente deles.

O treinador era amigo de Timóteo e esteve na casa do artista, no Rio de Janeiro, com duas crianças suspeitas de serem vítimas da quadrilha. A delegada Naiara Travassos, confirmou que o suspeito manteria relações homossexuais com os adolescentes.

No depoimento de Timóteo, ele negou qualquer envolvimento no caso e não sabia desta investigação contra o amigo. Logo depois de prestar esclarecimentos, o cantor disse à imprensa que apenas o ajudava, apoiando financeiramente os testes de futebol dos garotos. ““Ele jamais disse uma só palavra que pudesse representar desrespeito para os seus atletas. Eu ajudo… sempre que ele pede, eu ajudo. E eu sempre posso, graças a Deus”, disse Timóteo, referindo-se ao comportamento do treinador.

Ainda segundo a delegada, o inquérito que apura o caso está em fase final e deve ser concluído nas próximas semanas.

Fonte: G1

Operação apreende caça-níqueis em Castanhal

O município de Castanhal, região nordeste do Pará, foi palco, nesta quinta-feira, 26, de mais uma operação “Eirene”, com a participação das Polícias Civil e Militar. A ação policial busca reprimir diversos crimes na cidade e também contravenções penais como os jogos de azar. Ao todo, foram apreendidas 28 máquinas caça-níqueis em um único lugar na denominada “Feira do Troca-Troca”, na área de central de Castanhal. O local, segundo apontaram os policiais, é uma espécie de cassino a céu aberto frequentado por dezenas de pessoas. No local, cinco pessoas foram presas por serem responsáveis pelo gerenciamento das máquinas. Elas foram conduzidas para a sede do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI), em Castanhal, para responder pelo crime tipificado no artigo 50, da Lei de Contravenções Penais.

Após assinarem os termos circunstanciados, elas foram liberadas para responder ao processo em liberdade. Essa foi a primeira operação “Eirene” realizada em Castanhal em 2012. No mês de novembro passado, foram apreendidas 36 máquinas caça-níqueis no mesmo local. Sete pessoas foram presas. No total já foram apreendidas 64 máquinas caça-níqueis com 12 pessoas autuadas em flagrante. A operação foi desencadeada devido a incidência de crimes no local, onde, na semana passada, um homem foi morto durante uma briga. Toda operação contou com seis policiais civis do NAI,  sob coordenação dos delegados Augusto Damasceno e Fernando Rocha e 12 policiais militares comandados pelo tenente coronel Sandoval Bittencourt.

Fonte: Polícia Civil

Ministério Público denuncia senador Mário Couto e filha por desvios na AL

O senador Mário Couto e sua filha, a deputada estadual Cilene Lisboa Couto Marques, ambos do PSDB, responderão na Justiça, com mais outras 14 pessoas, a uma ação civil pública impetrada pelo Ministério Público do Estado (MPE). Todos são acusados de desviar recursos públicos na Assembleia Legislativa do Estado (A.L)

Os denunciados, segundo o MPE, fraudavam a folha de pagamento da casa, causando um rombo nas contas públicas. A ação, assinada pelos promotores de justiça Nelson Pereira Medrado e Arnaldo Célio da Costa Azevedo, requer o ressarcimento de danos causados ao erário e a responsabilização de todos por ato de improbidade administrativa, cometido no período de fevereiro de 2003 a janeiro de 2007.

No pedido, o Ministério Público do Estado solicita a condenação solidária dos réus ao ressarcimento integral do dano causado ao erário, no valor de R$ 2.387.851,81, referente ao período em questão; e sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com a administração pública, pagamento de multa, entre outras.

Além de Mário – ex-presidente da AL – e Cilene Couto, a nova ação civil atinge ainda, Haroldo Martins e Silva, Rosana Cristina Barletta de Castro, Nila Rosa Paschoal Setúbal, Ana Carla Silva de Freitas, Waldete Vasconcelos Seabra, Adailton dos Santos Barboza, Ana Maria Tenreiro Aranha Moreira, Brunna do Nascimento Costa Figueiredo, Daura Irene Xavier Hage, Elzilene Maria Lima Araújo, Jaciara Conceição dos Santos Pina, Mônica Alexandra da Costa Pinto, Osvaldo Nazaré Pantoja Paraguassu e Sada Sueli Xavier Hage Gomes.

Após operação de busca e apreensão deflagrada pelo Ministério Público em 19 de abril de 2011, o material apreendido na AL e na residência dos investigados trouxe ao conhecimento público um grande esquema de fraudes na folha de pagamento e em processos licitatórios da instituição.

A existência de “fantasmas” na folha, o pagamento de gratificações indevidas e a montagem de licitações foram algumas das irregularidades que foram objeto de ações civis e criminais de autoria dos promotores de justiça Nelson Medrado e Arnaldo Azevedo.

Após a quebra do sigilo bancário da AL, ficou comprovado que os valores pagos pelo Banco do Estado do Pará (Banpará) eram superiores aos constantes na folha de pagamento da Casa Legislativa. Isso era possível devido a folha arquivada no Legislativo ser diferente da folha enviada ao Banpará.

Em números

2,3 milhões de reais é o valor que o MPE pede que seja ressarcido ao erário público, referente às irregularidades constatadas entre os anos de 2003 e 2007.

14 pessoas foram denunciadas no caso, além do senador Mário Couto e da deputada Cilene Couto.

Fraudes seguiam várias linhas

Diante das informações colhidas na quebra do sigilo bancário da Alepa, o promotor de justiça Nelson Medrado solicitou à equipe técnica a elaboração de uma nota analisando a folha de pagamento entre os exercícios financeiros de 2000 a 2010, bem como, as respectivas autorizações de pagamentos enviadas ao Banpará para crédito em conta corrente bancária dos servidores ativos, inativos e estagiários da Assembleia.

Segundo os promotores que assinam a ação, “a Nota Técnica identificou várias irregularidades denominadas de “Linhas de Fraudes”. Fraudes estas que resultaram na inclusão de gratificações indevidas na folha e geração de forma de pagamento (crédito bancário e contracheques) em valores superiores aos constantes nos respectivos holerites, mediante lançamentos de valores salariais em matrículas exoneradas; criação de falsos servidores; transformação de estagiário em falso servidor; pagamentos sem os respectivos registros da movimentação no sistema de folha de pagamentos”.

Além disso, a Nota Técnica também identificou o método de fraude utilizado na folha de pagamentos da AL (incluir valores fictícios na folha, contabilizar, gerar o crédito bancário e apagar os valores falsos de modo a simular uma situação de regularidade)”, ressaltam os promotores.

A assessoria de imprensa de Mário Couto em Brasília informou, na noite de ontem, que o senador desconhece a denúncia e que primeiro irá se informar sobre o seu teor para depois emitir posicionamento. A reportagem não conseguiu fazer contato com a deputada Cilene Couto ou com sua assessoria.

Entenda o envolvimento nos escândalos

Uma carta apreendida na casa de Daura Hage, que fazia parte da Comissão de Licitações da AL, envolve Mário Couto e sua filha, a deputada estadual Cilene Couto, que foi chefe da auditoria da AL na gestão do pai, e expõe casos de sonegação fiscal, fraudes em licitação e na folha de pagamento.

O documento foi escrito pelo dono da Croc Tapioca (uma das empresas envolvidas no esquema fraudulento), o ex-marido de Daura Hage, José Carlos Rodrigues de Souza, e foi uma das principais pistas que levaram ao organograma das fraudes nas licitações da AL.

Na carta, Rodrigues faz referência ao “senador de Daura”, apontado por ele como “principal beneficiado” do esquema. Os promotores acreditam que ele se refira a Mário Couto.

Documentos apreendidos durante ação do MPE e da Delegacia de Investigações e Operações Especiais (Dioe) em abril de 2011 revelam que contratos com prestadores de serviço também eram usados como escoadouro do dinheiro público na gestão do tucano Mário Couto.

Daura Hage estava entre os quatro servidores presos durante a operação. A investigação também levou ao então diretor-presidente do Detran, Sérgio Duboc, que foi diretor financeiro da AL nas gestões de Couto e do ex-deputado Domingos Juvenil.

Daura Hage é suspeita de ter contratado serviços de pelo menos seis empresas ligadas a familiares seus. Em dois anos (2005 e 2006, na gestão de Couto como presidente da AL), as empresas fecharam contratos com a casa num total de R$ 8 mi.

Outra operação de busca deflagrada pelo MPE em abril de 2011 trouxe a público um grande esquema de fraudes também na folha de pagamento, com existência de “fantasmas” na folha e pagamento de gratificações indevidas na gestão de Mário Couto. Após a quebra do sigilo bancário da AL, ficou provado que os valores pagos pelo Banpará eram superiores aos constantes na folha de pagamento da casa. Isso era possível devido a folha arquivada no Legislativo ser diferente da folha enviada ao Banpará.

Fonte: DOL

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