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Suspeitos da morte de adolescente em Mosqueiro prestam depoimentos

Patrick foi brutalmente assassinado em Mosqueiro

Informações da polícia confirmam que duas pessoas suspeitas de terem assassinado o jovem Patrick Botelho da Silva, de apenas 16 anos, no Distrito de Mosqueiro, na Região Metropolitana de Belém, já foram detidas.

Um deles já prestou depoimento e foi solto, o outro deverá prestar esclarecimentos às 10h desta quinta-feira, na delegacia de Santa Bárbara, que concentra as investigações do caso.

A equipe do DOL conseguiu conversar com um dos envolvidos no caso. Segundo contou, ele e um amigo, que foi identificado apenas como Júnior, e que mora no mesmo prédio, são suspeitos do crime.

O homem denuncia que sofreu abuso por parte dos policiais que foram até o restaurante em que trabalha.

“Eles foram no restaurante que eu trabalho, na frente de todo mundo, da minha família, dizendo: ‘perdeu vagabundo’. Mandaram eu deitar no chão. Me algemaram. Nem sabia o que estava acontecendo”, contou.

Os policiais, contudo, estavam atrás do amigo dele, o Júnior.

“Me mostraram uma foto do Júnior, apontaram uma arma na minha cara e perguntaram: ‘é tu esse aqui?’. Eu disse que não, disse que era meu amigo”.

Segundo contou, depois que reconheceu a foto, ele levou os policiais até o prédio em que o amigo mora. Júnior foi detido em frente ao edifício e encaminhado para a delegacia de Santa Bárbara, onde estão concentradas as investigações e deve ser ouvido hoje.

Rádio
Na sua versão, o homem ainda contou que uma emissora de rádio de Mosqueiro está, constantemente, anunciando os nomes dos possíveis suspeitos de terem cometido o crime. Com isso, eles tem recebido diversas ameaças por parte de anônimos. “Tem gente ligando aqui pra casa dizendo que vai tocar fogo no prédio. Minha mulher está em estado de choque. Tá todo mundo dizendo que somos assassinos”.

Perguntado se tinha algum álibi que comprovaria que ele não teve nenhuma participação no crime, o homem afirmou que tem como provar que estava trabalhando no restaurante, no momento do crime. Quanto ao amigo, ele acabou se contradizendo. Primeiro disse que Júnior estaria trabalhando como vigia, no prédio em que mora. Depois disse que existe uma filmagem afirmando que o jovem estava em um bloco carnavalesco. Um policiai militar também serviria de testemunha para a dupla.

Patrick Botelho da Silva, de 16 anos, foi encontrado na passagem Santa Tereza, na área da Praia Grande, na noite de segunda-feira (20), amordaçado e amarrado com as próprias roupas e com vários ferimentos. Ele chegou a ser levado para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua, mas não resistiu e morreu no início da madrugada desta terça (21).

Fonte: DOL

Polícia investiga se invasão no Anhembi foi ordenada por escolas de samba

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves, da Delegacia Especializada no Atendimento ao Turista (Deatur), afirmou na tarde desta quarta-feira (22) que os dirigentes das escolas de samba Império da Casa Verde, Gaviões da Fiel, Vai-Vai e Camisa Verde e Branco são investigados por suspeita de terem ordenado a invasão na tarde de terça-feira (21) à área restrita onde era realizada a divulgação do resultado das notas dos quesitos da disputa do título do carnaval de São Paulo de 2012.

Em entrevista, o delegado Nico Gonçalves disse que tem informações de testemunhas de que diretores e até presidentes das quatro agremiações podem estar ligados diretamente à confusão ocorrida no Anhembi. Ele pretende ouvir os depoimentos dos dirigentes da escola nos próximos dias.

“Temos informações de que esses dirigentes da Império, Gaviões, Vai-Vai e Camisa estavam combinando invadir o recinto onde eram divulgadas as notas, o que me leva a crer que essa ação de invasão foi orquestrada. Temos fotos desses diretores saindo da mesa da Império e indo em direção à área restrita da divulgação. No meu entender, existem suspeitas de que o rapaz com a camisa da Império e outro da Gaviões que foram presos pela Polícia Militar por invadir a área restrita tenham sido orientados por esses dirigentes a pular o gradio”, disse Nico Gonçalves.

Os dois homens presos durante a confusão disseram durante depoimento à polícia que, momentos antes da apuração, integrantes das escolas se reuniram alegando que planejavam “melar o resultado”, segundo o boletim de ocorrência registrado pela Deatur.

De acordo com o delegado, caso as investigações comprovem o envolvimento desses dirigentes na invasão, eles também irão responder pelos mesmos crimes atribuídos a Tiago Ciro Tadeu Faria, que estava com a camisa da Império, e do integrante da Gaviões, Cauê Santos Ferreira: supressão de documentos e dano ao patrimônio. A pena para esses tipos de crimes pode chegar a seis anos de prisão.

Os responsáveis pelas escolas citadas não foram encontrados para comentar o assunto. Apesar disso, o advogado da Império, Eduardo Moraes, afirmou durante esta manhã que Tiago não faz parte da diretoria da escola e invadiu o local sem conhecimento da diretoria. O advogado Davi Gebara, da Gaviões, chegou a dizer que Cauê não é integrante da diretoria da escola e que a Gaviões não compactua com nenhuma ação irregular.

O delegado da Deatur, no entanto, afirmou que mesmo após os dois presos terem negado serem integrantes da diretoria, eles têm envolvimento estreito com seus dirigentes. “Está caracterizado o vínculo dos presos com a diretoria. Afinal de contas, eles tinham credencial e pulseirinhas para estarem ali na mesa das suas respectivas escolas. Ninguém se senta a uma mesa se não é convidado. Portanto, eles tinham, sim, autorização dos dirigentes para estar ali.”

O G1 teve acesso aos depoimentos de Tiago e Cauê à polícia. Tiago negou pertencer à diretoria da Casa Verde, mas afirmou que “possui ótimo relacionamento” com ela. Cauê disse que se sentou junto à mesa da diretoria da Gaviões “por ser pessoa muito próxima aos diretores.”

O delegado da Deatur, no entanto, afirmou que mesmo após os dois presos terem negado serem integrantes da diretoria, eles têm envolvimento estreito com seus dirigentes. “Está caracterizado o vínculo dos presos com a diretoria. Afinal de contas, eles tinham credencial e pulseirinhas para estarem ali na mesa das suas respectivas escolas. Ninguém se senta a uma mesa se não é convidado. Portanto, eles tinham, sim, autorização dos dirigentes para estar ali.”

O G1 teve acesso aos depoimentos de Tiago e Cauê à polícia. Tiago negou pertencer à diretoria da Casa Verde, mas afirmou que “possui ótimo relacionamento” com ela. Cauê disse que se sentou junto à mesa da diretoria da Gaviões “por ser pessoa muito próxima aos diretores.”

Indiciados
Ao menos oito pessoas envolvidas no incidente ocorrido na apuração devem ser indiciadas, de acordo com o delegado Mauro Marcelo de Lima e Silva, da Divisão de Portos, Aeroportos e Proteção ao Turista.

Além dos dois presos, dois integrantes de outras escolas de samba já foram identificados e quatro estão sob investigação – a Polícia Civil já tem imagens da atuação deles na destruição da mesa de apuração e de troféus, segundo o delegado.

Local da apuração
A SPTuris não descarta levar a apuração do carnaval em 2013 para o auditório Elis Regina, no Anhembi, na Zona Norte de São Paulo. Reformado em 2002, o auditório tem capacidade para 800 pessoas e palco com 98 metros quadrados, segundo o site da instituição. O espaço foi usado na década de 1990 para a apuração do desfile das escolas de samba. Ele foi inaugurado em 1985.

Nesta quarta-feira (22), o prefeito Gilberto Kassab afirmou que haverá mudanças na apuração do carnaval. A segurança deve ser reformulada, e a Prefeitura vai definir um novo local de apuração. “Vamos obrigar contratualmente que a apuração seja feita em recinto fechado, muito provavelmente no Sambódromo. A questão da segurança será rediscutida tanto nos dias do evento quanto na apuração”.

A segurança fica agora a encargo da Prefeitura, e não mais da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, segundo Kassab. A medida já vale para o desfile das escolas campeãs, segundo o prefeito.

O prefeito disse ainda que se alguma escola de samba ou dirigente tiver relação com o tumulto ocorrido durante a apuração das notas do carnaval, haverá a devida punição. “Seremos implacáveis”, disse.

“Jamais iremos tolerar se este incidente tiver relação com algum dirigente”, afirmou o prefeito. Ele disse que irá aguardar o encerramento das apurações da polícia para definir as medidas que serão tomadas.

Apesar de não detalhar as mudanças que planeja fazer, Kassab considerou que o esquema atual teve “falhas de planejamento” no credenciamento das pessoas que ficaram nas mesas em frente à apuração e nas grades de segurança da mesa da apuração. “Houve falha no planejamento do evento, seja no credenciamento das pessoas [na apuração], no isolamento das mesas ou na separação das torcidas.”

De acordo com o prefeito, foram investidos R$ 23 milhões na festa. “Nós temos a obrigação de zelar pelo bom uso do dinheiro público.” O prefeito afirmou ainda que não descarta romper com a Liga, se for identificada a responsabilidade de alguma escola e a devida punição não for aplicada.

Fonte: G1

Claudia Leitte e Ivete Sangalo cantam juntas e arrastam foliões em Salvador

Ivete Sangalo e Claudia Leitte cantam juntas e agitam foliões no "arrastão", último dia de Carnaval em Salvador

Depois de seis dias de festa, milhares de foliões (cerca de 500 mil, de acordo com estimativas da Polícia Militar) ainda tiveram fôlego para participar de um “arrastão” promovido pelos cantores Carlinhos Brown, Ivete Sangalo e Claudia Leitte na manhã desta Quarta-Feira de Cinzas (22), no circuito Barra-Ondina (orla). A grande surpresa do “arrastão”, evento que encerra a folia em Salvador, foi a presença da cantora Claudia Leitte.

Nesta terça-feira, antes de iniciar a sua apresentação no Campo Grande, a artista tropeçou e caiu. “Só pensei na hora em proteger o meu filho”, disse Claudia Leitte, que fez a sua apresentação com uma proteção na perna direita. Ao perceber a chegada de sua colega no trio, Ivete Sangalo brincou: Claudia está prenha há um tempo e sua barriga está mais sarada do que a minha.” Em seguida, a artista disse que era um prazer cantar com Ivete Sangalo. “É um prazer estar aqui nesse trio. Eu amo a Ivete”. As cantoras Fafá de Belém e Margareth Menezes também participaram do “arrastão”.

Depois da troca de elogios, Ivete Sangalo e Claudia Leitte iniciaram suas apresentações cantando “Qui Belê” e “Na Base do Beijo”. Logo após, Margareth Menezes, que está comemorando 25 anos de carreira, interpretou “Dandalunda”. Ao final da música, Ivete Sangalo decretou que esta quarta-feira seria o “dia da farra e do beijo”. Já Fafá de Belém começou a sua participação no evento cantando “Vermelho”.

Acompanhado por 150 timbaleiros, Carlinhos Brown afirmou que o arrastão para os foliões pipoca (carnavalesco que não paga para desfilar) é uma retribuição dos artistas a todas as pessoas que participaram ou não da festa.

“Quem brincou o Carnaval ganha um bônus. E quem não brincou porque estava concentrado em seu trabalho, como os vendedores ambulantes, por exemplo, ganha esta oportunidade. A gente não sabe de onde aparece tanta gente. Gente que vem atrás do trio, que desce dos apartamentos. Muita gente que vem ver a alegria do carnaval da Bahia. Hoje no arrastão servimos a quem nos serviu durante todo o carnaval”, afirmou.

O vocalista Denny, da Timbalada, lembrou que, apesar dos momentos de tensão às vésperas do início do Carnaval, a festa foi tranquila. “Saímos de uma crise para mostrar que o Carnaval é, de fato, uma festa que une pessoas de todos os tipos e classes sociais”, disse o cantor, referindo-se à greve da Polícia Militar alguns dias antes de a folia começar.

Fonte: UOL

Enterro de jovem assassinado em Mosqueiro foi marcado por dor e comoção

Comoção no enterro de Patrick Botelho da Silva

Mais um crime bárbaro acabou com a tranquilidade da bucólica Mosqueiro. Patrick Botelho da Silva, de 16 anos, foi encontrado despido na passagem Santa Tereza, na área da Praia Grande, na noite de anteontem, amordaçado e amarrado com as próprias roupas e com vários ferimentos. Ele chegou a ser levado para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua, mas não resistiu e morreu no início da madrugada de ontem.

Os parentes de Patrick, que aguardavam a liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML) na manhã de ontem, contaram que o jovem passou toda a segunda-feira ajudando na organização do bloco de carnaval “Alegrai-vos”, da Paróquia Nossa Senhora do Ó, padroeira de Mosqueiro. “Ele passou o dia inteiro fazendo serviços para o bloco. Por volta das 19h, ele estava comendo. Fui tomar banho e, quando voltei, ele não estava. Só fui ter notícias dele 21h, quando me ligaram do hospital”, comentou Rose Marques, mãe de criação de Patrick.

Ela contou que várias versões sobre o que aconteceu foram dadas pelos amigos do jovem. “Já falaram que uma pessoa avisou a ele que havia um carro o esperando na porta da igreja. Parece que ele entrou no carro e não foi mais visto”, complementou Rose.

O tio e pai de criação de Patrick, José Maria Mesquita, contou que seu filho foi levado para o pronto-socorro de Mosqueiro e que ao chegar lá o menino esboçou algumas informações. “Ele só pedia que eu procurasse um carro da marca gol da cor azul-marinho com três pessoas dentro. As pessoas que estavam dentro que fizeram isso com Patrick”, explicou o pai.

Após essa conversa com José Maria, Patrick foi encaminhado para o Hospital Metropolitano, onde foi constatado que o jovem havia levado seis facadas, foi violentado sexualmente e espancado. O jovem ainda apresentava uma marca de pneu no tórax, que ainda não havia sido confirmado se era de moto ou carro.

O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios em parceria com a Seccional Urbana de Mosqueiro. De acordo com o delegado e diretor da Seccional, Milton Neves, já existe uma linha de investigação para o crime. Para ele, a versão de que Patrick teria entrado no carro em frente à igreja não é verídica. “Alguns colegas viram ele passar ao lado da igreja. Se ele entrou no carro, provavelmente, era algum conhecido”, relatou o delegado.

O delegado Milton já intimou algumas testemunhas, inclusive o vigilante que prestou os primeiros atendimentos a Patrick e que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Alguns materiais que foram encontrados no local do crime, como as roupas do jovem e algumas garrafas de bebidas, foram encaminhados para o Centro de Perícias Cientificas “Renato Chaves”, onde será realizada a perícia.

Despedida
“Meu filho! O que fizeram com você, meu filho?” Esse foi o grito inconformado da mãe do adolescente de 16 anos assassinado em Mosqueiro, na noite da última segunda-feira. O velório do adolescente aconteceu no salão paroquial da Igreja Matriz da ilha. O corpo chegou ao local às 14h20. A dor, que já era grande, se alastrou entre os familiares e amigos com a entrada do caixão.

Os amigos do jovem, que sairiam no bloco “Alegrai-vos”, da Paróquia Nossa Senhora do Ó, na manhã de ontem, estavam inconsoláveis. A emoção era geral. Ele cantava na igreja e também participava do grupo de evangelismo com crianças. A coordenadora do grupo de jovens da paróquia, Maria Cecília, contou como ele era querido por todos. “As crianças chamavam ele de tio caneludo, ele era muito ativo aqui dentro, um menino que verdadeiramente vivia para Deus”, afirma.

Esse seria o segundo ano de saída do bloco de carnaval católico, mas a tragédia cancelou o festejo. Segundo o funcionário da paróquia, José Maria Vigor, já estava tudo pronto para a folia. “Soubemos ontem (segunda) à noite, não tem clima para nada agora. A gente não sabe direito o que aconteceu, ainda estamos abalados”, diz.

Caio Douglas foi um dos últimos amigos a ver o jovem ainda vivo. Os dois cantavam juntos na paróquia. “Eu prestei depoimento à polícia, vi ele saindo da igreja e indo para casa andando. A última coisa que falei com ele foi sobre as camisas que ele estava vendendo para o bloco. Ele disse que íamos vender tudo”, revela.

A cerimônia durou pouco tempo, o corpo foi levado para o cemitério São José, em Mosqueiro, às 17h. Amigos e familiares acompanhavam o enterro, que estava lotado apesar da chuva. Era possível perceber a revolta de muitos curiosos que souberam do crime. Mesmo quem não conhecia o adolescente foi solidário com os parentes. “Que tristeza, tão jovem… isso foi uma crueldade”.

Fonte: DOL

Helicóptero faz pouso forçado próximo à BR-316 após pane

O helicóptero de patrulhamento do Graer (Grupamento Aéreo do Pará) fez um pouso forçado em um terreno na Rodovia BR-316, próximo à Alça Viária, na manhã desta quarta-feira (22). Segundo a Polícia, quatro pessoas estavam a bordo da aeronave. Uma ficou ferida. A aeronave teve perda total, segundo o piloto.

Helicóptero do Graer faz pouso forçado com quatro pessoas a bordo

De acordo com o delegado Éder Mauro, que estava no aparelho, o helicóptero precisou fazer um pouso forçado, após apresentar uma pane. ‘Estávamos há dez minutos no ar, fazendo patrulhamento da Operação Carnaval na Rodovia, quando houve a pane e precisamos pousar. O helicóptero ficou todo quebrado’, contou o policial. A aeronave pousou em um terreno atrás de uma empresa, no km 12, em Marituba, próximo à Alça Viária.

VEJA O VÍDEO DO MOMENTO DO POUSO

Os quatro tripulantes eram o delegado, o major Alessandro Zell, dos Bombeiros, que pilotava a aeronave, um médico e uma enfermeira. ‘Eu tive ferimentos no braço, pernas e no rosto’, afirmou Mauro. Os feridos foram atendidos por uma ambulância do SAMU.

O piloto contou como tudo aconteceu. ‘Estávamos sobrevoando e fazendo inspeção quando houve uma instabilidade. Foi então que procurei um campo vazio para fazer o pouso e evitar a área urbana, mas com a trepidação foi perda total. Mas conseguimos salvar todo mundo e ninguém teve ferimentos graves’, disse o major.

Ainda segundo ele, a aeronave estava a uma altura de 182 metros, quando apresentou problemas. Ele afirmou ainda que o helicóptero passa por manutenção constante. ‘Não sei explicar o motivo da pane, mas a perícia deve apontar’, completou.

A notícia foi divulgada em primeira mão pela Rádio Liberal/ CBN. A cena foi vista por operários que trabalhavam em uma obra no terreno onde o helicóptero pousou. ‘Ouvimos o helicóptero passando em cima da obra e até pensamos que fosse os donos que estavam vindo visitar a obra, mas de repente, ouvimos uns barulhos estranhos e vimos ele pousando e cauda quebrando no chão’, disse o pedreiro Edilson Reis.

Fonte: Portal ORM

Mulher acusada de matar sobrinho se livra da prisão por ser muito gorda

Uma mulher, apontada como assassina do filho de sua irmã, se livrou da prisão após a equipe de defesa alegar que ela era gorda demais para cometer o crime. Mayra Rosales é do Texas, EUA, pesa cerca de 470kg e tem 31 anos. O assassinato do garotinho, Eliseu JR, de dois anos aconteceu em 2008 e se deu por um forte golpe na cabeça.

Mayra pesava cerca de 470 kg na época

Na primeira versão sobre o caso, Mayra disse que tinha matado Eliseu quando caiu por cima do menino. Por sempre ficar em casa, ela cuidava dos quatro filhos da irmã Jaime. Num segundo depoimento, a mulher confessou ter inventado a história para proteger a mãe do bebê e verdadeira autora do crime, que golpeou o garoto com uma escova de cabelos.

Mayra informou à polícia que não poderia ter batido na cabeça do sobrinho porque seu braço é grande de mais e ela não consegue levantá-lo para golpear alguém. “Minha estava dando o café da manhã para as crianças e Eliseu não queria comer e estava chorando. Jaime ficou com raiva e bateu nos braços pernas e cabeça do menino, o colocou para dormir e saiu”, disse a tia em entrevista para a revista “Reveal”.

Segundo Mayra, naquele dia Eliseu começou a sofrer com problemas respiratórios, então, ela ligou para uma ambulância. Levado para o hospital, o pequeno não sobreviveu. “Eu disse aos investigadores que rolei da cama e acertei a cabeça de Junior, que estava na beirada, com meu braço. Eu caí e era a única culpada pelo acidente”, disse ela.

A mulher foi presa por homicídio, mas durante a apuração do caso foi constado que um golpe do tipo não era a real causa da morte. “Teria sido necessário que ela balançasse o braço para atingir a cabeça da criança, mas ela nunca poderia movê-lo daquela maneira”, disse o advogado Sergio Valdez.

Apesar da impossibilidade física para cometer o crime, as autoridades realizaram o julgamento completo, tendo Mayra como principal suspeita. Meses se passaram e até adaptações no tribunal foram realizadas para acomodar Mayra. Quando ela pode testemunhar, confessou que a mãe do garoto era a verdadeira culpada. “Fiz isso para proteger minha irmã. Eu a amo”, disse a acusada.

Poucos meses depois, Jamie, que havia ido embora do Texas, voltou, se entregou à justiça e foi julgada pelo assassinato do filho. Ela foi condenada a 15 anos de prisão. “Estou muito triste por minha irmã estar na cadeia, mas acho que agora ela entende que suas atitudes não estavam certas. Acredito que ela pode mudar e entender o que aconteceu. Hoje estou recebendo uma nova chance. Nunca vou desistir de ter esperança e fé que minha vida mudará um dia”, disse Mayra.

Ela, que sofreu diversos problemas durante o período de investigação do caso – como uma infecção crônica na pele, causada pelas imensa dobras de gordura em sua pele -, foi internada por 12 semanas para tratamento e emagreceu cerca de 125 kg.

Fonte: Virgula On-Line

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